Planejamento Diocesano

DIOCESE DE JALES 

PLANEJAMENTO PASTORAL 2026

Atualizado no dia 16 de dezembro de 2025

REALIDADE DA DIOCESE

A Diocese de Jales tem cerca de 12.500 km² de extensão, abrange 45 municípios, com uma população aproximada de 380.000 habitantes, segundo Censo 2022 do IBGE, situada na região da Bacia do Alto Rio Paraná, que compõe a grande Bacia do Prata; está composta por 55 paróquias e quase-paróquias (em total, 236 comunidades); 47 padres diocesanos (42 exercendo o ministério na Diocese), três padres religiosos,  um bispo emérito, um diácono permanente, cinco religiosas, três freis; oito seminaristas, uma leiga consagrada e aproximadamente 1.500 ministros leigos e leigas instituídos. Os municípios que compõem a área da Diocese, apesar de serem acentuadamente urbanos, com baixo índice de industrialização, predominantemente pequenas indústrias, têm na agropecuária sua principal fonte econômica. Alguns deles são de “interesse turístico” ou “estâncias turísticas”. Muitos trabalhadores são funcionários públicos, outros trabalham em: indústria sucroalcooleira, usinas hidroelétricas, comércio, prestação de serviços, frigoríficos, escolas e faculdades, ou são produtores rurais, assalariados sazonais, especialmente no campo, onde, em vários municípios, há também acampados e assentados, bem como pescadores.

Nesta região, avançam-se algumas monoculturas, tais como a cana de açúcar, segundo a CONAB e com crescimento de 27% nos últimos anos, atraindo imigrantes. A renda salarial média é baixa. As ofertas de trabalho formal são limitadas em grande parte dos municípios, segundo o Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE). O desemprego tem sido expressivo, sobretudo entre os jovens. As oportunidades de trabalho, mesmo para os poucos que se profissionalizam e têm estudos avançados, estão reduzidas.  Muitos são obrigados a trabalhar e estudar longe de suas residências, gerando “cidades dormitórios”. Há um grande déficit habitacional para famílias vulneráveis. Há especulação imobiliária sobretudo no contexto urbano. Há terras particulares ociosas. A desigualdade socioterritorial está presente no processo de urbanização dos municípios. As oportunidades de formação profissionalizante e ensino superior gratuito são poucas. Há algumas iniciativas privadas de empreendedorismo. Além das Igrejas, outras entidades públicas e privadas realizam atividades socioeducativas com crianças e adolescentes. Na diocese o acompanhamento às mães gestantes e às crianças na primeira infância conta com o trabalho da Pastoral da Criança, que mesmo em meio aos grandes desafios tem realizado a sua missão de salvar vidas. Há alto índice de juventude em trânsito em cidades com universidades. O índice de analfabetismo funcional é, também, alto. No entanto, crescem as universidades em nossa região, algumas no formato EAD. Muitos universitários têm pouca ou nenhuma formação religiosa. O êxodo rural para dentro da região e a emigração para centros urbanos de outras regiões continuam ocorrendo há várias décadas. O campo se esvazia, progressivamente. O trabalho agrícola é pouco valorizado. Há pouco investimento nas áreas da saúde, educação, segurança alimentar e nutricional, meio ambiente e agricultura orgânica. Pessoas aposentadas regressam de grandes cidades. Crescem os loteamentos, os conjuntos habitacionais e os condomínios. O mundo associativo é diversificado e frágil. Há pequenas associações, sobretudo rurais. A cultura midiática se alastra rapidamente. Cresce o envolvimento com as redes sociais, sobretudo das novas gerações. Muitas mídias sociais fazem manipulações ideológicas.

Problemas nesta região são abundantes. A análise da realidade a partir da qual os organismos de Igreja nesta Diocese atuam, revelam uma preocupação importante com  relação a fatores sociais, tais como: os descuidos sanitários e suas consequências; novos modelos de família, com muitos casais de nova união; vínculos familiares fragilizados e relacionamento familiar fragmentado; crianças sob o cuidado dos avós, por motivo do trabalho ou abandono dos pais; ausência dos pais na vida dos filhos (na escola, na catequese e no lazer); crianças e adolescentes em vulnerabilidade com crescente preocupação com o fenômeno da adultização precoce (adultização) impulsionado pelas redes sociais e a cultura midiática; algumas escolas com professores ateus que apresentam conteúdos contrários à fé cristã; convívio dos filhos com colegas ateus; contudo, algumas paróquias e quase-paróquias têm se organizado através do processo de Iniciação à Vida Cristã, implicando os catequizandos e crismandos e suas famílias na vida comunitária. A catequese tem sido dinâmica com a participação dos catequistas que, além dos encontros semanais, realizam celebrações com as famílias, envolvendo-os na liturgia.

Há um crescente envelhecimento populacional; condição de pobreza, sendo que a diocese possui aproximadamente 55.000 famílias cadastradas no CadÚnico, sendo que aproximadamente 29.000 famílias recebem até um salário mínimo; cresce o número de pessoas em situação de rua; há muitas famílias com membros encarcerados; há poucos serviços de transporte público; sobrepõe-se a cultura do  consumismo, lazer e entretenimento, em detrimento da formação humana, espiritual, familiar e de solidariedade; há um grande número de pessoas idosas que são vítimas de abandono familiar, violência e da chamada ‘cultura do descarte’. Essa realidade também se reflete em nossa Diocese e dialoga com o cenário estadual: no Estado de São Paulo, denúncias de abandono de pessoas idosas correspondem a 25% do total, conforme dados do Ministério dos Direitos Humanos; pessoas com deficiências com muitos tipos de dificuldades; destacando-se a importante iniciativa da Pastoral dos Surdos na diocese, buscando a inclusão e o acompanhamento espiritual desta comunidade; jovens deixam a região para os grandes centros, em busca de trabalho e estudo; doenças crônicas com destaque para diabetes, hipertensão arterial, número elevado de casos de câncer e doenças contagiosas; depressão e síndromes; gravidez precoce; obesidade mórbida; grande quantidade de adolescentes e adultos envolvidos no uso de bebidas alcoólicas e outros tipos de drogadição.  

O tráfico de drogas tem aumentado, envolvendo, sobretudo jovens, e a violência na forma de furtos, roubos, abusos sexuais, agressões, homicídios, feminicídios e a urgente necessidade de casas para acolher mulheres vítimas dessa violência e suicídios, também, de jovens. Apesar da existência de muitos equipamentos sociais, parte deles é deficiente, sobretudo na área da saúde. Apesar do crescimento de loteamentos e conjuntos habitacionais há poucas políticas públicas de acesso à moradia para famílias em situação de vulnerabilidade social e pessoas em situação de rua. Ao mesmo tempo, cresce o preconceito e a rejeição a essas populações. Em alguns municípios, observa-se como avanço a criação de casas de passagem, bem como iniciativas da Igreja, como a Pastoral da População em Situação de Rua, que buscam oferecer acolhimento, dignidade e proteção. Os focos de queimadas, desmatamento e o uso indevido de agrotóxicos crescem significativamente nesta região. As políticas ambientais são pouco eficazes. Há insensibilidade e corrupção de gestores públicos, bem como inconsciência política e pouca participação cidadã, por exemplo, nas associações de moradores, sindicatos e conselhos paritários. Nesses conselhos, usualmente, prepondera a visão do poder público, em detrimento da sociedade civil. Falta motivação para a participação na vida política. Os conflitos por motivos políticos, inclusive nas comunidades, são constantes. Os crimes eleitorais presentes na vida política local têm aumentado, sendo pouco coibidos. Candidatos e eleitores se corrompem mutuamente. Grande parte dos recursos para a gestão pública municipal depende de verbas estaduais e federais. Há poucas parcerias e apoio do poder público às organizações da sociedade civil.  O associativismo e o cooperativismo estão pouco articulados e incentivados. Há iniciativas por meio da diocese para articulação de diferentes campos de atuação da sociedade, de forma que se promova a transformação social, por meio de um Projeto Popular.

A religião majoritária é católica. Crescem os segmentos evangélicos, sobretudo neopentecostais com ímpeto proselitista. Convive-se com o pluralismo e o trânsito religioso. Cresce o relativismo. Há poucas iniciativas ecumênicas. Há muitos católicos sem participação na vida da Igreja. Muitos que frequentam participam somente em missas ou se utilizam esporadicamente de serviços sacramentais, repercutindo na falta de formação religiosa dos filhos. Perde-se o sentido do sagrado e diminui-se a procura pelos sacramentos. Cresce o secularismo juvenil. O clima de desmotivação gerado pela crise social tem influenciado agentes de pastoral. Muitos se sentem cansados, alguns por acúmulo de trabalho. O turismo e o lazer absorvem o tempo de muitas pessoas, em detrimento da participação na Igreja. As atividades celebrativas são as mais frequentadas. A religiosidade popular devocional exerce muita atração, favorecendo, quando bem orientada, a vivência eclesial. A religiosidade midiática substitui em parte a participação nas comunidades, até mesmo a contribuição financeira com as mesmas.

Na diocese começou-se um trabalho com os Juristas Católicos, com momentos de formação, espiritualidade e fraternidade para todos os operadores do Direito, fundamentados na Doutrina Social da Igreja e no Evangelho. O principal objetivo é fortalecer a identidade cristã na profissão, articulando fé e razão e inspirando a vivência dos valores evangélicos no exercício da justiça. Esses encontros almejam ser um movimento contínuo de fé e justiça, motivando juristas a pautar a prática do Direito pela ética, solidariedade e serviço ao Evangelho. Ainda se observa a incompreensão sobre a Doutrina Social da Igreja e a dimensão sociotransformadora por parte de alguns grupos. Como passo importante a Diocese criou o Tribunal Eclesiástico para melhor acompanhar os processos de nulidade dentre outros encaminhamentos. 

Há poucas lideranças jovens na igreja e outras lideranças, em grande maioria mulheres, estão acumuladas de responsabilidades. Muitas lideranças estão envelhecidas e enrijecidas, sem perfil de coordenação e sem missionariedade. Poucos ministros leigos e leigas são bem comprometidos em suas funções e formações. Em muitas comunidades não há conselhos pastorais e o ministério de coordenação é exercido exclusivamente pelos padres. Muitos jovens da Igreja não têm engajamento pastoral. A formação permanente, sobretudo bíblica, desenvolvida nas paróquias e comunidades, é ainda limitada e, quando ocorre, poucos se interessam. Faltam compreensão e prática da Leitura Orante da Bíblia. A contribuição oferecida por meio de cursos para animadores tem sido muito valiosa, assim também a atuação em favor dos mais pobres, das crianças e dos adolescentes, por meio de pastorais e projetos sociais, aos quais muitas lideranças têm se dedicado generosamente. Ações socioeducativas estão ainda pouco articuladas entre si. A atuação da Igreja na realidade educacional é bem reduzida. Contudo, através da articulação com professores das redes estaduais e municipais, começou-se um trabalho diocesano de articulação da Pastoral da Educação. Ações em favor da saúde preventiva e curativa, que fazem uso da sabedoria popular, bem como a atuação da Igreja nos hospitais e nas clínicas de recuperação de dependentes químicos, têm sido muito importantes. O uso da internet nas atividades pastorais da Igreja tem sido mais constante e, também, importante. A cultura radiofônica é significativa em nossa região. Nossas rádios diocesanas têm cumprido um papel histórico importante como veículos católicos de informação e formação, necessitando, porém, adequações. 

O acolhimento na Igreja é, ainda, pouco caloroso. As visitas às famílias e aos enfermos têm sido importantes. A comunicação entre as diversas instâncias da Igreja e o vínculo entre pastorais, movimentos, comunidades e paróquias são frágeis. Há dificuldades de se vivenciar a comunhão na vida eclesial por individualismos e extremismos. Há pouca formação e, às vezes, faltam sintonia e criatividade litúrgica. Muitos grupos de família ou quarteirão são verdadeiras Igrejas Domésticas que têm feito um belo trabalho levando as reflexões sociais da Igreja para dentro das casas dos fiéis. Eles se reúnem regularmente utilizando subsídios diocesanos ou das comunidades, com pouca participação de homens e membros de pastorais e movimentos. Com a pandemia, esses grupos se reduziram.

A participação organizada dos casais nas comunidades tem sido de grande valor. O trabalho catequético é amplo, orientado por bons subsídios, com catequistas dedicados, muitos dos quais sem formação aprofundada. Falta motivação das crianças cujos pais estão desinteressados, bem como acompanhamento dos adolescentes pós-crisma. A Pastoral de Adolescentes tem se desenvolvido em várias paróquias. Há um crescimento da Pastoral dos coroinhas e cerimoniários com o envolvimento de crianças adolescentes e jovens e suas famílias. Desperta-se para a cultura vocacional e missionária, com importante participação juvenil e universitária, e ainda, poucas vocações presbiterais e religiosas. Há pouca qualificação administrativa nas paróquias e comunidades, e uma contribuição financeira tímida, especialmente, por meio do dízimo, devido, sobretudo à pouca implicação de novas lideranças. As arrecadações financeiras têm diminuído.

1) PALAVRA – Iniciação à vida cristã e animação bíblica:

Desenvolver a catequese mistagógica, que tome em conta a realidade e o Kerigma, com implicação dos pais, tendo a família como centro da vida cristã, um processo adequado de iniciação cristã, a formação de novas lideranças, com ênfase nas novas gerações, por meio da catequese infantil, Pastoral da Criança, Pastoral de Adolescentes e Pastoral Juvenil, nas quais se inclui a catequese crismal, interagindo-se entre elas. Criar as Escolas Bíblicas nas paróquias, desenvolver os Círculos Bíblicos e incentivar a Leitura Orante da Bíblia. Implementar o Projeto de Animação Bíblica da Vida e da Pastoral. Desenvolver a ministerialidade da Palavra.

2) PÃO – Liturgia e espiritualidade

Desenvolver comunhão eclesial por meio de um relacionamento pessoal mais afetivo no conjunto das comunidades, especialmente entre lideranças, e mais unidade pastoral com ênfase no ministério de coordenação de comunidades e na função dos Conselhos Pastorais e Assembleias das Comunidades, Paróquias, Quase-Paróquias e Setores. Desenvolver mais a prática de retiros em nível de Diocese, Setores, Paróquias e Quase-Paróquias.

3) CARIDADE – Serviço à vida plena para todos

Organizar melhor as Cáritas Paroquiais e formar cristãos leigos e leigas para atuarem na vida social, em conjunto com as pastorais e entidades sociais, e em políticas públicas com Conselhos Municipais Paritários.

4) AÇÃO MISSIONÁRIA – Estado permanente de missão

Implementar o Projeto Missionário Diocesano, no qual estejam incluídos: acolhimento e acompanhamento de pessoas afastadas da Igreja ou em situações especiais, equipes permanentes de missão, visitas domiciliares programadas, missão jovem, organização de mais grupos de família e o desenvolvimento da Pastoral Familiar e de comunidades familiares, e atuação da Igreja nas Redes Sociais.

5) SINODALIDADE – Comunhão, Participação e Missão Evangelizadora

Avançar, a partir do processo sinodal realizado na Diocese de Jales, na prática da sinodalidade, promovendo a comunhão entre comunidades, paróquias/quase-paróquias, pastorais e movimentos, fortalecendo a participação de todos/as, para que assumam um estado permanente de missão.

Justificativa:

A Diocese sempre ofereceu diversos momentos formativos e celebrativos animando a vida litúrgica diocesana. Sempre é visível o interesse dos cristãos leigos e leigas pela dimensão litúrgica. Observando esta realidade, a vida litúrgica nos aproxima da experiência fraterna e da realização eterna, convergindo para si toda a ação eclesial e sendo realidade visível. Por isso, vê-se a necessidade de abordar outros temas relacionados à liturgia, facilitando a vida orante e celebrativa dos cristãos leigos e leigas, abrangendo toda realidade orante da Igreja. 

Objetivos:

  1. Promover e orientar a vida orante da Igreja.
  2. Fortalecer a dimensão do Canto Litúrgico-Pastoral nas Comunidades eclesiais.
  3. Fomentar a necessidade de uma contínua Formação Litúrgico-Pastoral.
  4. Promover formação que assegure orientação litúrgica comum e inculturação litúrgica nos distintos contextos de vida e pastoral.

Metas e meios:

  1. Concluir as orientações para a Celebração Eucarística.

Meios

– Reunião para revisão do texto.

– Encontro de formação para estudo e divulgação do texto, com leigos e leigas.

– Edição e promulgação das Orientações Litúrgico-Pastorais.

  1. Elaboração de orientações para a Celebração da Palavra de Deus.

Meios:

– Reunião com a Comissão para estudo dos documentos da Igreja sobre a Celebração da Palavra de Deus.

  1. Elaboração de orientações para os sacramentos: batismo e matrimônio.

Meios:

– Realizar um levantamento das necessidades e dificuldades nas Comunidades Paroquiais.

– Reuniões com a Comissão para estudos e propostas.

– Ouvir o Clero para a elaboração do texto.

  1. Formação sobre Música Litúrgica às equipes de cântico e liturgia.

Meios:

– Cursos diocesanos de Música Litúrgica.

– Finalização e lançamento do Livro “Caminhando e Cantando”.

  1. Retomar o boletim “Celebrando”.

Meios:

– Resgate histórico do boletim.

– Constituir uma equipe vinculada à Comissão Diocesana de Liturgia.

– Versão do boletim impresso, virtual e radiofônico.

  1. Incentivar uma liturgia familiar e no mundo do trabalho (Vida Orante)

Meios:

– Realizar reuniões com a Pastoral Familiar e Grupos de Famílias.

– Analisar as necessidades e dificuldades da vida orante nos diversos ambientes.

  1. Incentivar Grupos de Orações de Comunidade.

Meios: 

– Criar orientações para os Conselhos e Coordenações Pastorais

PROJETOS DIOCESANOS

Justificativa:

A Iniciação à Vida Cristã (IVC) em família (Catequese Familiar) vem de encontro ao anseio de catequistas e comunidades cristãs, que tanto se empenham em envolver a família no processo catequético. Tendo em vista esse anseio, como Diocese de Jales sentimos o desafio de encontrar caminhos para o envolvimento da família no processo de evangelização de crianças, adolescentes, jovens e adultos, e a inserção na vida comunitária, para o seguimento e discipulado de Jesus, que é a fonte da vida. Dessa forma, convidamos todas comunidades cristãs, representadas por suas lideranças leigas e ordenadas, a refletir as propostas para a implantação da IVC a partir da família, tornando-a o primeiro ambiente de evangelização e vivência da fé, inserida na vivência da comunidade cristã, espaço e lugar do crescimento e do envolvimento cristão, que repercute na vida em sociedade. A IVC em Família é um processo de evangelização destinado a transformar a vida cristã a partir de nossas famílias. Por séculos essa missão evangelizadora foi assumida pela família, num primeiro momento, e depois, a comunidade cristã a continuava de forma permanente, formando discípulos missionários de Jesus Cristo. Com as mudanças econômicas, políticas e sociais, as famílias em sua maioria, deixaram de assumir essa missão, dificultando a formação dos novos discípulos missionários. Por isso, busca-se envolver novamente a família no processo de Iniciação à Vida Cristã. A sua dinâmica é simples e prática: partindo-se da importância que muitos pais católicos ainda dão aos sacramentos, este tipo de Catequese pretende fazer da preparação dos filhos, um tempo privilegiado de formação cristã intensiva para toda a família.

Objetivo:

Evangelizar as crianças, adolescentes, jovens, adultos e suas famílias a partir do processo de iniciação à vida cristã em família para que haja o encontro pessoal com Jesus Cristo e todos se tornem discípulos missionários na vida da Igreja e da sociedade.

Metas e meios:

  1. Criar uma Comissão Diocesana de Iniciação à Vida Cristã e de Catequese Familiar.

Meios:

– Reunir as Pastorais e movimentos afins para formar a Comissão Diocesana da Iniciação à Vida Cristã e Catequese Familiar.

– Estudar os documentos de referência sobre Iniciação à Vida Cristã e Catequese Familiar.

  1. Elaborar um Itinerário de Animação Bíblica Catequética Familiar que envolva todas as instâncias pastorais da Diocese, paróquias, quase paróquias e comunidades, no processo de Iniciação à Vida Cristã e na proposta de uma Catequese Familiar.

Meios:

– Elaborar um Guia Pedagógico que envolva a família na catequese dos filhos e leve a mesma a ser evangelizada e evangelizadora da sua prole, a partir da vivência comunitária; 

– Reunir a Comissão Diocesana de Iniciação à Vida Cristã e Catequese Familiar para elaborar esse Projeto de forma que seja construído com a participação de todos.

– Apresentar esse Itinerário nas reuniões da Coordenação Diocesana de Pastoral, do clero e do Conselho Diocesano de Pastoral Ampliado para ser analisado e refletido, de modo que seja construído e assumido por todos.

  1. Reelaborar os livros de catequese da Diocese, conforme o Processo de Iniciação à Vida Cristã e a Catequese Familiar.

Meios:

– Envolver os catequistas que fazem parte da Coordenação Diocesana da Animação Bíblico Catequética no processo de reelaboração dos subsídios catequéticos.

– Reunir com catequistas dos Setores para apresentar o livro e colher sugestões daqueles que exercem o ministério. 

– Nas reuniões do clero, Conselho Diocesano de Pastoral Ampliado, apresentar o resultado do caminho percorrido para ser avaliado, refletido e encaminhado.

  1. Promover momentos formativos sobre Iniciação à Vida Cristã e a Catequese Familiar nos Setores.

Meios:

– Encontros a nível de Setores para formar e orientar os catequistas a partir do Projeto a ser assumido por toda a Diocese.

  1. Trabalhar a evangelização da Família, envolvendo-a na proposta da Iniciação à Vida Cristã e da Catequese Familiar.

Meios:

– Na vida comunitária trabalhar a consciência de que a educação da fé é uma tarefa que compete a toda família. O papel dos pais não consiste na simples delegação aos catequistas de sua responsabilidade de educar na fé. Em primeiro lugar, cabe aos pais evangelizar, em decorrência de seu compromisso assumido no matrimônio e no Batismo de seus filhos. 

– Aos pais, oferecer algumas propostas simples, assim como o livro da família, elaborado para a Catequese em Família, preparando-os para a sua missão de testemunhar a fé aos filhos, com momentos próprios de diálogo, de oração e de confronto com a vida. Demonstrar que o diálogo em família, entre pais e filhos, é o momento central de toda a Catequese Familiar. Aliás, está estruturada de forma a potencializar e tornar o diálogo orante familiar verdadeiramente fecundo.

– Promover a interação entre a catequese comunitária e a catequese familiar, através dos momentos celebrativos na comunidade por etapas da catequese, para aprofundar e tirar as dúvidas que possam surgir no decorrer da Catequese Familiar e ter o feedback da vivência familiar na vida comunitária.

Justificativa:

A Diocese sempre ofereceu diversos momentos formativos e celebrativos animando a vida litúrgica diocesana. Sempre é visível o interesse dos cristãos leigos e leigas pela dimensão litúrgica. Observando esta realidade, a vida litúrgica nos aproxima da experiência fraterna e da realização eterna, convergindo para si toda a ação eclesial e sendo realidade visível. Por isso, vê-se a necessidade de abordar outros temas relacionados à liturgia, facilitando a vida orante e celebrativa dos cristãos leigos e leigas, abrangendo toda realidade orante da Igreja. 

Objetivos:

  1. Promover e orientar a vida orante da Igreja.
  2. Fortalecer a dimensão do Canto Litúrgico-Pastoral nas Comunidades eclesiais.
  3. Fomentar a necessidade de uma contínua Formação Litúrgico-Pastoral.
  4. Promover formação que assegure orientação litúrgica comum e inculturação litúrgica nos distintos contextos de vida e pastoral.

Metas e meios:

  1. Concluir as orientações para a Celebração Eucarística.

Meios

– Reunião para revisão do texto.

– Encontro de formação para estudo e divulgação do texto, com leigos e leigas.

– Edição e promulgação das Orientações Litúrgico-Pastorais.

  1. Elaboração de orientações para a Celebração da Palavra de Deus.

Meios:

– Reunião com a Comissão para estudo dos documentos da Igreja sobre a Celebração da Palavra de Deus.

  1. Elaboração de orientações para os sacramentos: batismo e matrimônio.

Meios:

– Realizar um levantamento das necessidades e dificuldades nas Comunidades Paroquiais.

– Reuniões com a Comissão para estudos e propostas.

– Ouvir o Clero para a elaboração do texto.

  1. Formação sobre Música Litúrgica às equipes de cântico e liturgia.

Meios:

– Cursos diocesanos de Música Litúrgica.

– Finalização e lançamento do Livro “Caminhando e Cantando”.

  1. Retomar o boletim “Celebrando”.

Meios:

– Resgate histórico do boletim.

– Constituir uma equipe vinculada à Comissão Diocesana de Liturgia.

– Versão do boletim impresso, virtual e radiofônico.

  1. Incentivar uma liturgia familiar e no mundo do trabalho (Vida Orante)

Meios:

– Realizar reuniões com a Pastoral Familiar e Grupos de Famílias.

– Analisar as necessidades e dificuldades da vida orante nos diversos ambientes.

  1. Incentivar Grupos de Orações de Comunidade.

Meios: 

– Criar orientações para os Conselhos e Coordenações Pastorais

Justificativa:

O Conselho Diocesano de Leigos (CDL) é um organismo de articulação, organização e representação dos cristãos leigos e leigas na Diocese. O CDL existe para promover o protagonismo laical de comunhão no Povo de Deus, portanto, de encontro, diálogo, serviço e corresponsabilidade na Igreja, em função de sua missão na sociedade. Os cristãos leigos e leigas, iluminados pelo Evangelho, atuam na realidade cotidiana com sua missão fundamental de evangelizar a partir das diversas realidades como a família, o trabalho, a cultura, os estudos, a vida pública e a economia, em função da justiça e paz social. Embora a sociedade tenha avançado em diversos aspectos, o direito fundamental das pessoas e dos povos de viverem uma verdadeira felicidade ainda não é plenamente garantido. Vivemos em um contexto marcado pela indiferença, onde muitos cristãos, ao não tomarem consciência de sua condição de sujeitos, correm o risco de cair na alienação, na acomodação diante das injustiças e desafios do mundo.

Objetivos:

  1. Articular os cristãos leigos e leigas para que sejam sujeitos de evangelização no mundo na perspectiva da missão sociotransformadora e libertadora. 
  2. Contribuir para o desenvolvimento dos ministérios laicais com o espírito de comunhão eclesial.
  3. Promover o protagonismo do laicato e a participação nos processos de planejamento e execução de suas ações evangelizadoras na Igreja Diocesana.

Metas e meios: 

  1. Despertar a consciência nos cristãos leigos e leigas sobre seu papel evangelizador no mundo.

    Meios:

    – Rodas de conversa entre cristãos leigos e leigas, sobretudo em pequenos grupos.

    – Grupos de estudo sobre documentos da Igreja: 105 (CNBB) e Doutrina Social da Igreja e outros, com representantes dos CPPs.

    – Motivar os leigos e leigas a participarem da Escola de Animadores da Diocese, como professores e alunos.

    – Celebração do Dia Nacional dos Cristãos Leigos e Leigas na Solenidade de Cristo Rei do Universo.

    – Difusão da missão dos cristãos leigos e leigas nas mídias sociais. 

  1. Articular o Conselho de Leigos nas Paróquias/Quase-Paróquias e Setores.

    Meios:

    – Organização do Conselho de Leigos a partir do Conselho de Pastoral.

    – Encontros Diocesanos de Cristãos Leigos e Leigas.

  1. Garantir a sustentabilidade financeira do CDL.

    Meios:

    – Orçamento anual.

Justificativa:

Está cada vez mais evidente a importância, auxílio e benefícios de uma comunicação articulada e estratégica. Para a Diocese isto significa ter um Plano de Comunicação Diocesano. Este é um tema que implica a PASCOM, mas não se trata somente da atuação desta Pastoral específica para que a comunicação desde a Igreja seja cada vez mais qualificada. Sendo assim cabe-nos questionar: O que implica a Comunicação de fato e como trabalhar de forma mais articulada e estratégica a Comunicação Diocesana? Isto nos interpela e reforça a necessidade e a importância de um projeto de comunicação para e desde a Igreja.

Objetivo:

Organizar um “Plano de Comunicação Diocesano”, articulado e estratégico em todos os âmbitos, afim de que a ótica da comunicação perpasse toda a ação evangelizadora de nossa Igreja Diocesana, considerando os desafios principais que emergem da realidade a partir da qual servimos.

Objetivos específicos:

  1. Elaborar um “Plano Diocesano de Comunicação”, articulado e estratégico em todos os âmbitos, afim de que a ótica da comunicação perpasse toda a ação evangelizadora da nossa Igreja Diocesana, considerando os desafios principais que emergem da realidade a partir da qual servimos.
  2. Esclarecer o lugar por excelência de atuação da Pascom.
  3. Animar, propiciar e fortalecer o diálogo e a sintonia na organização da comunicação na Diocese de Jales. 
  4. Qualificar a comunicação em todos os níveis da Diocese.   
  5. Contribuir para a reflexão sobre a comunicação no campo teórico-prático, cultural e das políticas de comunicação.
  6. Promover o diálogo e encontro das pessoas tendo em vista a formação para comunicação.

Metas e meios:

  1.  Dar organicidade ao que já existe de comunicação na Diocese.

 Meios:

– Conselho Diocesano de Comunicação com representantes das distintas áreas de atuação. Composição: Bispo Diocesano, Coordenador Diocesano de Pastoral, Assessor Eclesiástico da Pascom, Coordenador(a) Diocesano(a) da Pascom, Assessor de Comunicação da Diocese, Membros das Diretorias das Rádios e Profissionais de Comunicação.

– Planejamento conjunto e planejamentos específicos das seguintes áreas: Pascom, Rádios, Assessoria de Comunicação e Mídias Digitais.

  1. Desenvolver a Pascom em todas as instâncias (Diocese, Paróquias e Quase-Paróquias) seguindo quatro passos à luz do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil e do Guia de Implantação da Pascom da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB.

Meios:

– 1º Passo: Conhecer – Dialogar com o Clero, organizar uma equipe composta por pessoas comprometidas com a comunicação e fazer levantamento das necessidades e recursos já existentes (Diagnóstico da Realidade).

– 2º Passo: Sensibilizar – Dialogar com conselhos pastorais sobre a Importância da Pascom. Fazer levantamento das necessidades das pastorais, movimentos e organismos.

– 3º Passo: Formar – Momento de formação específica para o grupo Pascom. Estabelecer contato com professores, profissionais e pesquisadores da comunicação.

– 4º Passo: Manter – Propostas de ação e Elaboração do Plano Pastoral da Comunicação. Planejamento Pastoral da Pascom levando em consideração os quatro eixos inseparáveis do projeto nacional da Pascom: 1) Formação, 2) Articulação, 3) Produção e 4) Espiritualidade.

– “Estudo Pascom”: Momento diocesano de formação sobre Comunicação. Formato híbrido, com encontros presenciais e virtuais coordenados pela Pastoral da Comunicação Diocesana.

– “Mutirão Diocesano de Comunicação”: um encontro de comunicação aos moldes dos “Mutirões Brasileiros de Comunicação”, voltado a refletir sobre os caminhos e as perspectivas das relações entre a Igreja Católica, a sociedade brasileira e a cultura contemporânea, no campo da comunicação. Para provocar debates sobre as políticas e a democratização da comunicação, as relações geradas pela cultura das novas tecnologias no campo da comunicação e a mobilização dos agentes da Pastoral da Comunicação. Coordenado pela Pascom Diocesana (mês de setembro).

  1. Desenvolver a Rede Diocesana de Rádios.

Meios:

– Conselho das Rádios.

– Planejamento específico.

– Encontro periódico do Conselho e das Diretorias das Rádios.

– Momentos bimestrais de partilha e formação com os profissionais das Rádios da Diocese.

  1. Desenvolver a Assessoria de Comunicação Diocesana.

Meios:

– Equipe de Assessoria. Composição: Assessor de Comunicação da Diocese, Assessor Eclesiástico da Pascom, Coordenador(a) Diocesano(a) da Pascom, Profissionais da Comunicação específicos de cada área de atuação: Publicidade e Propaganda, Marketing, Marketing Digital, Jornalismo, Audiovisual e Produção Multimídia.

– Planejamento Específico.

– Programas de Formação.

– Contato com professores, profissionais e pesquisadores da comunicação na região.

  1. Desenvolver a presença da comunicação diocesana nas mídias digitais.

Meios:

– Equipe de Mídias Digitais. Composição: Assessor de Comunicação da Diocese, Assessor Eclesiástico da Pascom, Coordenador(a) Diocesano(a) da Pascom, Profissionais da área e Voluntários.

– Planejamento específico.

– Organização do Site, Redes Sociais, Audiovisual, Produção Multimídia e Aplicativo da Diocese.

Realidade Diocesana: 

Atualmente, a Pastoral da Criança está presente em apenas 8 paróquias da Diocese: São Pedro, São Bernardo e Santo Expedito (Fernandópolis); Nossa Senhora das Dores (General Salgado); Nossa Senhora Aparecida (Auriflama); São Francisco Xavier (Pereira Barreto); Cristo Luz do Mundo (Ilha Solteira); São João Batista (Santa Fé do Sul). Esses grupos enfrentam dificuldades como a resistência de algumas famílias em receber visitas e a pouca participação da comunidade eclesial.

A Pastoral da Criança identificou famílias em situação de pobreza e insegurança alimentar leve/moderada; desnutrição, carências nutricionais, excesso de peso e doenças crônicas não transmissíveis. A insegurança alimentar pode afetar o bem-estar psicológico das pessoas; gestantes com dificuldade de iniciar pré-natal precocemente; barreiras socioeconômicas e de acesso à saúde, como baixa escolaridade, falta de informação e distância dos serviços. Crianças com lacunas vacinais; vacinação contra Influenza: cobertura abaixo da meta ideal para crianças de 6 meses a 5 anos, com risco de surto de gripe. Reforços vacinais: possível atraso no esquema vacinal, especialmente em crianças que não completam todos os reforços. Transição da vacina da poliomielite: dúvidas sobre VOP/VIP. Atualização da caderneta vacinal: necessidade de intensificar ações. Desinformação ou hesitação vacinal. Aumento de casos de depressão materna e problemas de saúde mental pós-pandemia. Habitação precária em bairros periféricos.

Justificativa: 

A Pastoral da Criança na Diocese de Jales, fiel à missão evangelizadora da Igreja e a compromisso com a vida plena das crianças (Jo 10,10), assume o propósito de fortalecer e ampliar sua atuação nas 31 Paróquias e 23 Quase-Paróquias da Diocese.

Esta proposta Diocesana busca orientar ações unificadas, articuladas e missionárias, de acordo com as diretrizes da Pastoral da Criança Nacional/CNBB, a realidade social regional e os desafios pastorais próprios da Diocese.

Objetivo:

Promover o desenvolvimento integral das crianças, desde a concepção até os 6 anos de idade, assegurando sua dignidade, direitos e qualidade de vida, com base nos valores do Evangelho e na atuação comunitária, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna.

Objetivos específicos:

  1. Expandir a Pastoral da Criança para Paróquias e comunidades ainda não atendidas.
  2. Fortalecer a espiritualidade: proporcionar momentos de formação espiritual para animadores, líderes e famílias, fomentando a união entre fé e ação no enfrentamento da pobreza e da violência infantil.
  3. Capacitar lideranças: realizar encontros de formação e oficinas para líderes e voluntários, desenvolvendo competências para atuação efetiva na comunidade.
  4. Ampliar a cobertura das ações: expandir a atuação da Pastoral para atingir um maior número de famílias e crianças vulneráveis na Diocese.
  5. Incentivar a participação comunitária: promover o engajamento das comunidades na luta pelos direitos das crianças e pelo fortalecimento dos laços familiares.
  6. Garantir acompanhamento regular às famílias cadastradas.
  7. Promover ações de prevenção à desnutrição, apoio às gestantes e fortalecimento de vínculos familiares.

Desafios: 

  1. Valorizar e estimular as lideranças existentes (em sua maioria mulheres) e formar novas lideranças, envolvendo especialmente os jovens.
  2. Adequar a Pastoral à realidade urbana, com atenção especial às periferias.
  3. Analisar as novas configurações familiares e atuar junto a elas.
  4. Expandir a presença da Pastoral para todas as paróquias e quase-paróquias.
  5. Criar vínculos e motivação para os líderes.
  6. Fomentar capacitação pastoral, formação bíblico-teológica e engajamento comunitário.
  7. Manter as comunidades ativas, animadas e unidas.
  8. Envolver as novas gerações na vida da Igreja.
  9. Manter líderes em estado permanente de missão.

Metas e meios:

  1. Continuar motivando as paróquias ativas, fortalecendo a evangelização e centrando as forças na missão dentro do ambiente da Igreja.

Meios:

 – Realizar visitas trimestrais da coordenação diocesana às paróquias ativas.

 – Criar grupos de WhatsApp por Setor para comunicação contínua.

 – Enviar subsídios de espiritualidade e motivação.

 – Envolver párocos e vigários em reuniões formativas para reforçar o apoio pastoral.

  1. (Re)ativar comunidades por meio da ‘Celebração da Vida’, com rodas de conversa com mães e pais, brincadeiras para as crianças, cantos religiosos, atividades pedagógicas e celebrações da Palavra.

Meios:

 – Produzir calendário diocesano das Celebrações da Vida.

 – Criar kits pedagógicos e litúrgicos itinerantes.

 – Capacitar ministros da Palavra para atuar junto às equipes.

 – Mobilizar catequese e juventude paroquial para animar as atividades infantis.

  1. Fortalecer os grupos paroquiais da Pastoral da Criança e manter viva a espiritualidade dos líderes, com formações periódicas sobre a primeira infância e vivência da missão (previsão: 4 formações a cada 3 meses).

Meios:

 – Elaborar trilha formativa anual para líderes.

 – Contactar assessores especializados para formações (nutrição, psicologia, espiritualidade).

 – Distribuir cadernos e materiais oficiais da Pastoral.

  1. Realizar assembleias paroquiais avaliativas e garantir a participação nas formações bíblicas.

Meios:

 – Preparar modelo de assembleia paroquial para uso das coordenações.

 – Disponibilizar calendário diocesano com antecedência.

 – Incentivar participação através de certificados reconhecidos pela Diocese.

 – Estimular párocos a inserir a Pastoral nos Conselhos Pastorais.

  1. Inserir a Pastoral da Criança nas metas do planejamento paroquial, divulgando e vivenciando a Campanha da Fraternidade, com gestos concretos como distribuição de mudas, hortas comunitárias e ações ecológicas.

Meios:

 – Reuniões com coordenadores paroquiais e párocos para integração da Pastoral no plano anual.

 – Produzir campanhas de comunicação nos setores.

 – Firmar parcerias com prefeituras e cooperativas agrícolas para mudas e insumos.

 – Promover mutirões ecológicos paroquiais.

  1. Participar das missas e eventos paroquiais, como: Missa da bênção das mochilas; Corpus Christi; Nossa Senhora Aparecida e Festa de Todos os Santos.

Meios:

 – Criar escala de participação das equipes por paróquia.

 – Produzir banners e camisetas de identificação.

 – Incentivar as equipes a preparar testemunhos curtos nas missas.

 – Registrar e enviar fotos para PASCOM.

  1. Implantar e reativar Pastoral da Criança nas Paróquias e Quase-Paróquias.

Meios:

– Identificar 12 paróquias prioritárias para implantação até 2026.

– Realizar visitas missionárias de sensibilização com líderes diocesanos.

– Promover assembleias paroquiais de implantação.

– Convidar líderes de outras pastorais para início da formação.

  1. Capacitar equipe fixa de 12 capacitadores diocesanos (2 por setor). Especialmente nos setores em que a Pastoral deixou de existir.

Meios:

Incentivar o curso para capacitadores diocesanos.

Selecionar candidatos mediante critérios (disponibilidade, formação, espiritualidade).

Firmar parceria com Pastoral da Criança Nacional para certificação.

Realizar reciclagens anuais para capacitadores.

  1. Realizar encontros diocesanos de formação e espiritualidade. O encontrão de líderes será em Santa Fé do Sul no dia 25/10/26.

Meios:

– Criar equipe organizadora do encontro.

– Preparar logística (transporte, alimentação, hospedagem).

– Convidar pregadores e especialistas.

– Organizar oficinas temáticas simultâneas.

  1. Ampliar o número de crianças acompanhadas, a regularidade nas visitas e o agendamento das Celebrações da Vida.

Meios:

– Mapear bairros e famílias vulneráveis em cada paróquia.

– Criar plano de visitas mensais por líder.

– Oferecer formação específica sobre abordagem familiar.

– Estimular uso do aplicativo da Pastoral para registro.

  1. Estimular e inserir representantes da Pastoral da Criança nos Conselhos de Direitos.

Meios:

– Levantamento dos conselhos municipais existentes (CMDCA, Saúde, Assistência).

– Enviar ofício diocesano indicando membros capacitados.

– Capacitar líderes para participação cidadã e controle social.

  1. Promover oficinas de alimentação saudável e hortas comunitárias.

Meios:

– Firmar parceria com nutricionistas locais, CRAS e agricultura familiar.

– Criar hortas pilotos em três paróquias referenciais.

– Desenvolver oficinas sobre receitas acessíveis e nutritivas.

– Distribuir sementes e cartilhas educativas.

  1. Realizar rodas de conversa com mães sobre saúde física e mental.

Meios:

– Convidar psicólogos e médicos voluntários.

– Criar metodologia de acolhida e escuta ativa.

– Usar salões paroquiais como espaços de apoio materno.

– Divulgar nas redes sociais paroquiais.

  1. Promover encontros temáticos: Nutrição infantil, vacinação e prevenção de doenças, desenvolvimento integral, violência doméstica e proteção da criança.

Meios:

– Criar calendário diocesano de eventos temáticos.

– Organizar parcerias com Saúde e Assistência Social.

– Preparar material educativo (folders, vídeos, cartazes).

– Realizar encontros em formato híbrido.

  1. Promover a espiritualidade da missão.

Meios:

– Oferecer retiros anuais de missão.

– Preparar roteiros mensais de oração e Lectio Divina.

– Inserir a Pastoral nas celebrações paroquiais.

– Estimular a devoção à Sagrada Família e ao Menino Jesus.

  1. Enviar regularmente material para publicação nos meios de comunicação da Diocese.

Meios:

– Criar equipe diocesana de comunicação da Pastoral.

– Produzir mensalmente textos, fotos e relatos de missão.

– Estabelecer canal direto com PASCOM diocesana.

– Incentivar líderes a registrar atividades.

Realidade Diocesana: 

Atualmente, a Pastoral da Criança está presente em apenas 8 paróquias da Diocese: São Pedro, São Bernardo e Santo Expedito (Fernandópolis); Nossa Senhora das Dores (General Salgado); Nossa Senhora Aparecida (Auriflama); São Francisco Xavier (Pereira Barreto); Cristo Luz do Mundo (Ilha Solteira); São João Batista (Santa Fé do Sul). Esses grupos enfrentam dificuldades como a resistência de algumas famílias em receber visitas e a pouca participação da comunidade eclesial.

A Pastoral da Criança identificou famílias em situação de pobreza e insegurança alimentar leve/moderada; desnutrição, carências nutricionais, excesso de peso e doenças crônicas não transmissíveis. A insegurança alimentar pode afetar o bem-estar psicológico das pessoas; gestantes com dificuldade de iniciar pré-natal precocemente; barreiras socioeconômicas e de acesso à saúde, como baixa escolaridade, falta de informação e distância dos serviços. Crianças com lacunas vacinais; vacinação contra Influenza: cobertura abaixo da meta ideal para crianças de 6 meses a 5 anos, com risco de surto de gripe. Reforços vacinais: possível atraso no esquema vacinal, especialmente em crianças que não completam todos os reforços. Transição da vacina da poliomielite: dúvidas sobre VOP/VIP. Atualização da caderneta vacinal: necessidade de intensificar ações. Desinformação ou hesitação vacinal. Aumento de casos de depressão materna e problemas de saúde mental pós-pandemia. Habitação precária em bairros periféricos.

Justificativa: 

A Pastoral da Criança na Diocese de Jales, fiel à missão evangelizadora da Igreja e a compromisso com a vida plena das crianças (Jo 10,10), assume o propósito de fortalecer e ampliar sua atuação nas 31 Paróquias e 23 Quase-Paróquias da Diocese.

Esta proposta Diocesana busca orientar ações unificadas, articuladas e missionárias, de acordo com as diretrizes da Pastoral da Criança Nacional/CNBB, a realidade social regional e os desafios pastorais próprios da Diocese.

Objetivo:

Promover o desenvolvimento integral das crianças, desde a concepção até os 6 anos de idade, assegurando sua dignidade, direitos e qualidade de vida, com base nos valores do Evangelho e na atuação comunitária, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna.

Objetivos específicos:

  1. Expandir a Pastoral da Criança para Paróquias e comunidades ainda não atendidas.
  2. Fortalecer a espiritualidade: proporcionar momentos de formação espiritual para animadores, líderes e famílias, fomentando a união entre fé e ação no enfrentamento da pobreza e da violência infantil.
  3. Capacitar lideranças: realizar encontros de formação e oficinas para líderes e voluntários, desenvolvendo competências para atuação efetiva na comunidade.
  4. Ampliar a cobertura das ações: expandir a atuação da Pastoral para atingir um maior número de famílias e crianças vulneráveis na Diocese.
  5. Incentivar a participação comunitária: promover o engajamento das comunidades na luta pelos direitos das crianças e pelo fortalecimento dos laços familiares.
  6. Garantir acompanhamento regular às famílias cadastradas.
  7. Promover ações de prevenção à desnutrição, apoio às gestantes e fortalecimento de vínculos familiares.

Desafios: 

  1. Valorizar e estimular as lideranças existentes (em sua maioria mulheres) e formar novas lideranças, envolvendo especialmente os jovens.
  2. Adequar a Pastoral à realidade urbana, com atenção especial às periferias.
  3. Analisar as novas configurações familiares e atuar junto a elas.
  4. Expandir a presença da Pastoral para todas as paróquias e quase-paróquias.
  5. Criar vínculos e motivação para os líderes.
  6. Fomentar capacitação pastoral, formação bíblico-teológica e engajamento comunitário.
  7. Manter as comunidades ativas, animadas e unidas.
  8. Envolver as novas gerações na vida da Igreja.
  9. Manter líderes em estado permanente de missão.

Metas e meios:

  1. Continuar motivando as paróquias ativas, fortalecendo a evangelização e centrando as forças na missão dentro do ambiente da Igreja.

Meios:

 – Realizar visitas trimestrais da coordenação diocesana às paróquias ativas.

 – Criar grupos de WhatsApp por Setor para comunicação contínua.

 – Enviar subsídios de espiritualidade e motivação.

 – Envolver párocos e vigários em reuniões formativas para reforçar o apoio pastoral.

  1. (Re)ativar comunidades por meio da ‘Celebração da Vida’, com rodas de conversa com mães e pais, brincadeiras para as crianças, cantos religiosos, atividades pedagógicas e celebrações da Palavra.

Meios:

 – Produzir calendário diocesano das Celebrações da Vida.

 – Criar kits pedagógicos e litúrgicos itinerantes.

 – Capacitar ministros da Palavra para atuar junto às equipes.

 – Mobilizar catequese e juventude paroquial para animar as atividades infantis.

  1. Fortalecer os grupos paroquiais da Pastoral da Criança e manter viva a espiritualidade dos líderes, com formações periódicas sobre a primeira infância e vivência da missão (previsão: 4 formações a cada 3 meses).

Meios:

 – Elaborar trilha formativa anual para líderes.

 – Contactar assessores especializados para formações (nutrição, psicologia, espiritualidade).

 – Distribuir cadernos e materiais oficiais da Pastoral.

  1. Realizar assembleias paroquiais avaliativas e garantir a participação nas formações bíblicas.

Meios:

 – Preparar modelo de assembleia paroquial para uso das coordenações.

 – Disponibilizar calendário diocesano com antecedência.

 – Incentivar participação através de certificados reconhecidos pela Diocese.

 – Estimular párocos a inserir a Pastoral nos Conselhos Pastorais.

  1. Inserir a Pastoral da Criança nas metas do planejamento paroquial, divulgando e vivenciando a Campanha da Fraternidade, com gestos concretos como distribuição de mudas, hortas comunitárias e ações ecológicas.

Meios:

 – Reuniões com coordenadores paroquiais e párocos para integração da Pastoral no plano anual.

 – Produzir campanhas de comunicação nos setores.

 – Firmar parcerias com prefeituras e cooperativas agrícolas para mudas e insumos.

 – Promover mutirões ecológicos paroquiais.

  1. Participar das missas e eventos paroquiais, como: Missa da bênção das mochilas; Corpus Christi; Nossa Senhora Aparecida e Festa de Todos os Santos.

Meios:

 – Criar escala de participação das equipes por paróquia.

 – Produzir banners e camisetas de identificação.

 – Incentivar as equipes a preparar testemunhos curtos nas missas.

 – Registrar e enviar fotos para PASCOM.

  1. Implantar e reativar Pastoral da Criança nas Paróquias e Quase-Paróquias.

Meios:

– Identificar 12 paróquias prioritárias para implantação até 2026.

– Realizar visitas missionárias de sensibilização com líderes diocesanos.

– Promover assembleias paroquiais de implantação.

– Convidar líderes de outras pastorais para início da formação.

  1. Capacitar equipe fixa de 12 capacitadores diocesanos (2 por setor). Especialmente nos setores em que a Pastoral deixou de existir.

Meios:

Incentivar o curso para capacitadores diocesanos.

Selecionar candidatos mediante critérios (disponibilidade, formação, espiritualidade).

Firmar parceria com Pastoral da Criança Nacional para certificação.

Realizar reciclagens anuais para capacitadores.

  1. Realizar encontros diocesanos de formação e espiritualidade. O encontrão de líderes será em Santa Fé do Sul no dia 25/10/26.

Meios:

– Criar equipe organizadora do encontro.

– Preparar logística (transporte, alimentação, hospedagem).

– Convidar pregadores e especialistas.

– Organizar oficinas temáticas simultâneas.

  1. Ampliar o número de crianças acompanhadas, a regularidade nas visitas e o agendamento das Celebrações da Vida.

Meios:

– Mapear bairros e famílias vulneráveis em cada paróquia.

– Criar plano de visitas mensais por líder.

– Oferecer formação específica sobre abordagem familiar.

– Estimular uso do aplicativo da Pastoral para registro.

  1. Estimular e inserir representantes da Pastoral da Criança nos Conselhos de Direitos.

Meios:

– Levantamento dos conselhos municipais existentes (CMDCA, Saúde, Assistência).

– Enviar ofício diocesano indicando membros capacitados.

– Capacitar líderes para participação cidadã e controle social.

  1. Promover oficinas de alimentação saudável e hortas comunitárias.

Meios:

– Firmar parceria com nutricionistas locais, CRAS e agricultura familiar.

– Criar hortas pilotos em três paróquias referenciais.

– Desenvolver oficinas sobre receitas acessíveis e nutritivas.

– Distribuir sementes e cartilhas educativas.

  1. Realizar rodas de conversa com mães sobre saúde física e mental.

Meios:

– Convidar psicólogos e médicos voluntários.

– Criar metodologia de acolhida e escuta ativa.

– Usar salões paroquiais como espaços de apoio materno.

– Divulgar nas redes sociais paroquiais.

  1. Promover encontros temáticos: Nutrição infantil, vacinação e prevenção de doenças, desenvolvimento integral, violência doméstica e proteção da criança.

Meios:

– Criar calendário diocesano de eventos temáticos.

– Organizar parcerias com Saúde e Assistência Social.

– Preparar material educativo (folders, vídeos, cartazes).

– Realizar encontros em formato híbrido.

  1. Promover a espiritualidade da missão.

Meios:

– Oferecer retiros anuais de missão.

– Preparar roteiros mensais de oração e Lectio Divina.

– Inserir a Pastoral nas celebrações paroquiais.

– Estimular a devoção à Sagrada Família e ao Menino Jesus.

  1. Enviar regularmente material para publicação nos meios de comunicação da Diocese.

Meios:

– Criar equipe diocesana de comunicação da Pastoral.

– Produzir mensalmente textos, fotos e relatos de missão.

– Estabelecer canal direto com PASCOM diocesana.

– Incentivar líderes a registrar atividades.

Justificativa:

A música é inerente ao ser humano. Ela é constitutiva da cultura religiosa e essencial na Igreja. A musicalidade é, portanto, fundamental na liturgia, na catequese e na pastoral. Músicos, compositores, cantores e animadores de cantos são muito importantes: bem formados e orientados, animam a vida eclesial. A educação musical na Igreja é, portanto, extremamente necessária, tendo, no entanto, dependido acentuadamente de esforços individuais e grupais. A Diocese de Jales, visando, pois, apoiar e desenvolver a educação musical em seu contexto eclesial, de forma institucional, está criando e implementando a Escola Diocesana de Música, associada ao seu Centro Educacional Univida. Necessidades que justificam a criação dessa Escola: Desenvolver formação e orientação musical para distintas áreas de atuação da Igreja. Formar e capacitar músicos para atividades litúrgicas, catequéticas e pastorais, prioritariamente, instrumentistas. Formar e orientar compositores. Formar uma nova geração de músicos. Projetar talentos musicais. Preparar e prover professores de música para a Igreja. Formar o clero e os agentes pastorais para investimento na educação musical. Propiciar orientação musical para o contexto da comunicação. Propiciar capacitação técnica para o uso de equipamentos de som. Fomentar a contribuição da Igreja para a cultura musical.

Objetivo:

Desenvolver educação e orientação musical no contexto eclesial da Diocese de Jales.

Metas e meios:

  1. Elaborar o Projeto da Escola com a participação do Clero e do Conselho Diocesano de Pastoral e Centro Educacional Univida (CEU).

Meios:

– Reuniões do Clero e do Conselho Diocesano de Pastoral

  1. Ampliar a Coordenação da Escola Musical.

Meios:

– Convite a pessoas motivadas a colaborar

  1. Criar uma organização diocesana capilarizada.

Meios:

– Organizar equipes por Paróquias e Quase-Paróquias

  1. Cadastrar todas as pessoas que exercem funções musicais na Diocese, com prioridade a instrumentistas.

Meios:

– Formulário para o Curso de Capacitação para instrumentistas.

– Comunicação com os cadastrados.

– Cadastro Geral.

  1. Capacitar instrumentistas.

Meios:

– Curso de Capacitação com um método específico.

  1. Formar e capacitar professores de música.

Meios:

– Curso específico de formação.

– Incentivar líderes a registrar atividades.

Justificativa: 

A Igreja Diocesana, constituída pelo conjunto interligado de Paróquias, Quase-Paróquias, Comunidades, Pastorais, Movimentos e Serviços, é administrada e mantida financeiramente de modo corresponsável e orgânico. Os Conselhos Administrativos e Econômicos, e os(as) tesoureiros(as) de todas essas instâncias; o Conselho Administrativo e Econômico Diocesano, o Colégio de Consultores e leigos e leigas; o Diretor Administrativo e Ecônomo Diocesano; o Diretor Administrativo Adjunto, a assessoria da área jurídica e Departamento Contábil da Cúria Diocesana, devem trabalhar articuladamente. Para isso, todas as instâncias de coordenação e gestão diocesanas, devem orientar-se pelos seguintes objetivos, metas e meios. 

Objetivos: 

  1. Desenvolver organização e coordenação administrativa e financeira eficientes no conjunto da Diocese, em função de sua eficácia pastoral. 
  2. Capacitar, orientar e supervisionar todas as pessoas que assumem responsabilidades administrativas e financeiras na Diocese. 

Metas e meios:  

  1. Desenvolver a organização e a coordenação administrativa e financeira da Diocese.

  Meios

– Orientações administrativas e financeiras da Diocese, atualizadas.

– Edição e Publicação do Diretório Administrativo Diocesano.

– Colégio de Consultores com papel mais protagônico. 

  1. Garantir a manutenção do Seminário Diocesano. 

Meios

– Contribuições financeiras das Paróquias e Quase-Paróquias, atualizadas. 

– Coletas de alimentos e material de limpeza por Setores. 

– Campanha de “Benfeitores do Seminário” com contribuições mensais ou anuais. Organizar, a nível diocesano, a partir dos Agentes da Pastoral Vocacional, os “Amigos do Seminário”, com contribuições mensais ou anuais, para ajudar nas despesas gerais do Seminário e seminaristas.

– Solicitação de doações em espécie, conforme as necessidades.

– Participação dos seminaristas na administração do Seminário, como meio educativo.

  1. Desenvolver a administração e a auto sustentabilidade financeira do Santuário da Santíssima Trindade / Escola Vocacional de Jales. 

Meios

– Representantes dos Setores na Comissão Administrativa do Santuário / Escola Vocacional para dar mais dinamismo ao seu trabalho. 

– Eventos diversificados que gerem recursos. 

– Adequações na Escola Vocacional para favorecer acessibilidade, pousada para viajantes durante a semana e aluguel para eventos e festas. 

  1. Desenvolver o autofinanciamento pastoral. 

Meios

– Gerar recursos para o Fundo Pastoral Diocesano. 

– Pastorais, Movimentos e Organismos integrarem o orçamento em seus planejamentos, prevendo a geração de recursos para suas atividades pastorais. 

– Fortalecer a Pastoral do Dízimo, por meio de Equipes nas Comunidades, Quase-Paróquias, Paróquias, Setores e Diocese, e com mais implicação dos padres e o conjunto das comunidades. Criar Equipes Paroquiais da Pastoral do Dízimo onde não existe. Realizar Encontros por Setor.

– Ampliar o uso de subsídios da Diocese e publicações da CNBB. 

– Motivar as coletas da Campanha da Fraternidade (60% para o Fundo Diocesano de Solidariedade) e da Campanha para a Evangelização (35% para a Diocese).

– Nova edição do Livro de Cânticos

  1. Administrar de modo mais participativo as rádios e livrarias. 

Meios

– Conselhos Administrativos com os cotistas das rádios e livrarias.

  1. Administrar de modo mais eficiente os imóveis da Diocese. 

Meios:  

– Arquivo imobiliário.

– Planejamento do uso e rendimentos dos imóveis. 

– Projetar a instalação da fonte de energia fotovoltaica (solar).

– Estudar e atualizar o plano de utilização dos imóveis da SACRA.

  1. Assegurar Fundos para Emergências, Formação Contínua dos Presbíteros e Assistência aos Presbíteros Enfermos e Idosos.

Meios:

– Orçamento Diocesano conter esses Fundos.

  1. Promover formação para Secretários(as) Atendentes, Comissões Administrativas das Paróquias, Quase-Paróquias e Comunidades, e Tesoureiros(as), das Pastorais,  Movimentos e Organismos, sobre as Orientações Administrativas da Diocese. 

Meios

– Encontro Diocesano para Secretários(as) Atendentes (três grupos em datas distintas). 

– Atualização do plano de contas contábil e possibilidade de o sistema gerir o controle financeiro por comunidades.

– Encontro para Comissões Administrativas e Tesoureiros(as) por Setores.

  1. Supervisionar a aplicação das Orientações Administrativas da Diocese. 

Meios:

– Visitas planejadas de um(a) supervisor(a) da Cúria às Paróquias, Quase-Paróquias e Comunidades, e coordenações diocesanas de Pastorais, Movimentos e Organismos. 

  1. Organizar uma rede de serviço jurídico da Diocese. 

Meios

– Equipe jurídica da Cúria (profissionais e voluntários). 

– Encontro regular de advogados e estudantes de direito.

  1. Desenvolver a organização do trabalho da Cúria.

Meios:

– Reuniões regulares com os funcionários

– Elaborar Regimento Interno.

– Supervisão

– Desenvolvimento dos Sistemas de Informática (Theòs).

– Estágio dos seminaristas que estão no último ano de Seminário.

ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PLANEJAMENTO

Visitas Pastorais do Bispo

Reuniões do Clero

Reuniões e Acompanhamento da Coordenação Diocesana de Pastoral

Reuniões e Acompanhamento do Secretariado Diocesano de Pastoral

Reuniões do Conselho Diocesano de Leigos

Reuniões do Conselho Diocesano de Leigos Ampliado

Reuniões do Conselho Diocesano de Pastoral

Reuniões do Conselho Diocesano de Pastoral Ampliado

Reuniões dos Padres e dos Conselhos Pastorais dos Setores

Assembleia Pastoral Diocesana

PROJEÇÕES DA ASSEMBLEIA PASTORAL DIOCESANA

Assembleia Pastoral Diocesana – 05/07/2026.

PROJEÇÕES DO CONSELHO DIOCESANO DE PASTORAL AMPLIADO

    • Conselho Ampliado – 06/12/2026




    Jales, 16 de dezembro de 2025.

Jales, 14 de dezembro de 2024.