Diocese de Jales

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Planejamento

 DIOCESE DE JALES

PLANEJAMENTO PASTORAL 2022

Confira o Planejamento na íntegra em PDF: Planejamento Pastoral Diocesano 2022

REALIDADE DA DIOCESE

Nesta região, avançam-se algumas monoculturas, tais como a cana de açúcar e os seringais, atraindo imigrantes. A renda salarial média é baixa. As ofertas de trabalho são limitadas. O desemprego tem sido expressivo, sobretudo entre os jovens. As oportunidades de trabalho, mesmo para os poucos que se profissionalizam e têm estudos avançados, estão reduzidas.  Muitos são obrigados a trabalhar e estudar longe de suas residências, gerando “cidades dormitórios”. Há um grande déficit habitacional para famílias vulneráveis. As oportunidades de formação profissionalizante gratuita são poucas. Além das Igrejas, outras entidades públicas e privadas realizam atividades com crianças e adolescentes. Há alto índice de juventude em trânsito em cidades com universidades. O índice de analfabetismo funcional é, também, alto. No entanto, crescem as universidades em nossa região, algumas no formato EAD. Muitos universitários têm pouca ou nenhuma formação religiosa. O êxodo rural para dentro da região e a emigração para centros urbanos de outras regiões continuam ocorrendo há várias décadas. O campo se esvazia, progressivamente. O trabalho agrícola é pouco valorizado. Pessoas aposentadas regressam de grandes cidades. Crescem os loteamentos, os conjuntos habitacionais e os condomínios. O mundo associativo é diversificado e frágil. A cultura midiática se alastra rapidamente. Cresce o envolvimento com as redes sociais, sobretudo das novas gerações.A Diocese de Jales tem cerca de 12.500 km de extensão, abrange 45 municípios, com uma população aproximada de 360.000 habitantes; está composta por 54 paróquias e quase- paróquias (em total, 236 comunidades); 43 padres diocesanos (42 exercendo o ministério na Diocese), um padre religioso, cinco religiosas, uma missionária diocesana; 11 seminaristas e, aproximadamente 1.500 ministros leigos e leigas instituídos. Os municípios que compõem a área da Diocese, apesar de serem acentuadamente urbanos, com baixo índice de industrialização, predominantemente pequenas indústrias, têm na agropecuária sua principal fonte econômica. Muitos trabalhadores são funcionários públicos, outros trabalham em: indústria sucroalcooleira, usinas hidroelétricas, comércio, prestação de serviços, frigoríficos, escolas e faculdades, ou são produtores rurais, assalariados sazonais, especialmente no campo, onde, em vários municípios, há também acampados e assentados, bem como pescadores.

Problemas nesta região são abundantes. A análise da realidade a partir da qual os  organismos de Igreja nesta Diocese atuam, revelam uma preocupação importante com  relação a fatores sociais, tais como: a pandemia da Covid-19 e suas consequências; novos modelos de família, com muitos casais de nova união; vínculos familiares fragilizados e relacionamento familiar fragmentado;  ausência dos pais na vida dos filhos (na escola, na catequese e no lazer); algumas escolas com professores ateus que apresentam conteúdos contrários à fé cristã; convívio dos filhos com colegas ateus; muitos universitários têm pouca ou nenhuma formação religiosa; envelhecimento populacional; condição de pobreza (Nossa região é a segunda mais pobre  do Estado de São Paulo); cresce o número de moradores de rua e a mendicância; há poucos serviços de transporte público; sobrepõe-se a cultura do  consumismo, lazer e entretenimento, em detrimento da formação humana, espiritual, familiar e de solidariedade; há grande número de pessoas idosas com muitos tipos de dificuldades; jovens deixam a região para os grandes centros, em busca de trabalho e  estudo; doenças crônicas com destaque para diabetes, hipertensão arterial, número  elevado de casos de câncer e doenças contagiosas; depressão e síndromes; gravidezprecoce; obesidade mórbida; grande quantidade de adolescentes e adultos envolvidos no  uso de bebidas alcoólicas e outros tipos de drogadição.

O tráfico de drogas tem aumentado, envolvendo, sobretudo jovens, e a violência na forma de furtos, roubos, abusos sexuais, agressões, homicídios e suicídios, também, de jovens. Apesar da existência de muitos equipamentos sociais, parte deles é deficiente, sobretudo na área da saúde. Há poucas políticas públicas a serviço dos empobrecidos. Investe-se pouco na área da nutrição, meio ambiente e agricultura orgânica. Há degradação do meio ambiente, uso indevido de agrotóxicos, falta de consciência ambiental, insensibilidade e corrupção de gestores públicos, bem como inconsciência política e pouca participação cidadã, por exemplo, nas associações de moradores, sindicatos e conselhos paritários.Nesses conselhos, usualmente, prepondera a visão do poder público, em detrimento da sociedade civil. Falta motivação para a participação na vida política. Os conflitos por motivos políticos, inclusive nas comunidades, são constantes. Os crimes eleitorais presentes na vida política local têm aumentado, sendo pouco coibidos. Candidatos e eleitores se corrompem mutuamente. Grande parte dos recursos para a gestão pública municipal depende de verbas estaduais e federais. O associativismo e o cooperativismo desarticulados e poucos incentivados

A religião majoritária é católica. Crescem os segmentos evangélicos, sobretudo neopentecostais com ímpeto proselitista. Convive-se com o pluralismo e o trânsito religioso. Cresce o relativismo. Há poucas iniciativas ecumênicas. Há muitos católicos sem participação na vida de igreja. Muitos participam somente em missas ou se utilizam esporadicamente de serviços sacramentais, repercutindo na falta de formação religiosa dos filhos. Perde-se o sentido do sagrado e diminui-se a procura pelos sacramentos. Cresce o secularismo juvenil. O clima de desmotivação gerado pela crise social tem influenciado agentes de pastoral. Muitos se sentem cansados, alguns por acúmulo de trabalho. O turismo e o lazer absorvem o tempo de muitas pessoas, em detrimento da participação na Igreja. As atividades celebrativas são as mais frequentadas. A religiosidade popular devocional exerce muita atração, favorecendo, quando bem orientada, a vivência eclesial. A religiosidade midiática substitui em parte a participação nas comunidades, até mesmo a contribuição financeira com as mesmas.

Há poucas lideranças jovens na igreja e outras lideranças, em grande maioria mulheres, estão acumuladas de responsabilidades. Muitas lideranças estão envelhecidas e enrijecidas. Poucos ministros leigos e leigas são bem comprometidos em suas funções. Em muitas comunidades não há conselhos pastorais e o ministério de coordenação é exercido exclusivamente pelos padres. Muitos jovens da igreja não têm engajamento pastoral. A formação, sobretudo bíblica, desenvolvida nas paróquias e comunidades, é ainda limitada e, quando ocorre, poucos se interessam. Faltam compreensão e prática da Leitura Orante da Bíblia. A contribuição oferecida por meio de cursos para animadores tem sido muito valiosa, assim também a atuação em favor dos mais pobres, das crianças e dos adolescentes, por meio de pastorais e projetos sociais, aos quais muitas lideranças têm se dedicado generosamente. Ações socioeducativas estão ainda pouco articuladas entre si. A atuação daIgreja na realidade educacional é bem reduzida. Ações em favor da saúde preventiva e curativa, que fazem uso da sabedoria popular, bem como a atuação da Igreja nos hospitais e nas clínicas de recuperação de dependentes químicos, têm sido muito importantes.

O acolhimento na igreja é, ainda, pouco caloroso. As visitas às famílias e aos enfermos têm sido importantes. A comunicação entre as diversas instâncias da Igreja e o vínculo entre pastorais, movimentos, comunidades e paróquias são frágeis. Há pouca formação e, às vezes, faltam sintonia e criatividade litúrgica. Muitos grupos de família ou quarteirão são verdadeiras Igrejas Domésticas que têm feito um belo trabalho levando as reflexões sociais da Igreja para dentro das casas dos fiéis. Eles se reúnem regularmente utilizando subsídios diocesanos ou das comunidades, com pouca participação de homens.

A participação organizada dos casais nas comunidades tem sido de grande valor. O trabalho catequético é amplo, orientado por bons subsídios, com catequistas dedicados, muitos dos quais sem formação aprofundada. Falta motivação das crianças cujos pais estão desinteressados, bem como acompanhamento dos adolescentes pós-crisma. A Pastoral de Adolescentes tem se desenvolvido em várias paróquias. Desperta-se para a cultura vocacional e missionária, com importante participação juvenil e universitária, e ainda, poucas vocações presbiterais e religiosas. Há pouca qualificação administrativa nas paróquias e comunidades, e uma contribuição financeira tímida, especialmente, por meio do dízimo, devido, sobretudo, à pouca implicação de novas lideranças. As arrecadações financeiras têm diminuído.

DESAFIOS PRINCIPAIS

  1. Valorizar e defender a vida integralmente.
  2. Desenvolver a pastoral de conjunto com sintonia de linguagem e unidade, focada na missão permanente.
  3. Promover a conversão pessoal e pastoral: ser uma Igreja de diálogo, comunhão eacolhedora, em busca dos afastados com abertura para novas lideranças.
  4. Valorizar e estimular as lideranças existentes, que são, sobretudo, mulheres, e formarnovas lideranças, responsabilizando mais os jovens e os homens.
  5. Adequar a pastoral ao contexto da realidade urbana, à nova realidade do mundo rural e à diversidade de ambientes sociais, ampliando a presença da igreja em novas realidades, e desenvolvendo a ação social da Igreja.
  6. Desenvolver as pastorais diocesanas em todas as quase-paróquias e paróquias conforme suas necessidades.
  7. Criar relacionamento e vínculo com pessoas que passam muito tempo no trabalho fora de seus municípios de residência e com recém-chegados.
  8. Analisar com mais profundidade a realidade da família e as novas configurações familiares para atuarmos diante delas de modo mais adequado e em conjunto.
  9. Realizar experiências significativas de comunidades de famílias.
  10. Orientar melhor a pastoral com adolescentes e jovens, com uma linguagem própria, em resposta às suas necessidades, promovendo sua participação comunitária, social e cidadã, e formando-os a partir de ações sociais.
  11. Fomentar a formação bíblico-teológica e orientar a Leitura Orante da Bíblia nas comunidades.
  12. Promover formação que assegure orientação litúrgica comum e inculturação litúrgica nos distintos contextos de vida e pastoral.
  13. Promover a cultura vocacional, desenvolvendo projetos de vida familiar, profissional, social e eclesial, com ênfase nos ministérios e vida consagrada.
  14. Criar o Ministério Leigo de Coordenação de Comunidades com critérios de escolha e programa específico de formação.
  15. Qualificar agentes pastorais com funções de coordenação, atendimento, catequéticas, ministeriais, litúrgicas, administrativas e financeiras.
  16. Qualificar a comunicação em todos os níveis da Diocese.
  17. Ampliar a interação Igreja-Sociedade (serviços públicos, escolas, universidades, categorias profissionais, etc), para formar lideranças e desenvolver ações sócio-políticas em prol do bem comum.
  18. Desenvolver o diálogo inter-religioso, prioritariamente entre cristãos, visando ações comuns em favor de condições mais dignas de vida.
  19. Desenvolver ações frente ao desemprego e projetos de orientação e capacitação profissional de adolescentes e jovens, em função de um mercado alternativo de trabalho.
  20. Divulgar e fortalecer ações das pastorais e dos projetos socioeducativos, preventivas deproblemas socioambientais e drogadição, com especial atenção à agricultura orgânica.
  21. Expandir e fortalecer a “Rede de Protetores da Vida”.
  22. Conscientizar as lideranças sobre a necessidade de participação efetiva nas associações de moradores, sindicatos e conselhos paritários.
  23. Encontrar saídas frente à redução das arrecadações financeiras: desenvolver a Pastoral do Dízimo, com mais implicação dos padres e o conjunto das comunidades.

 

OBJETIVO GERAL DA IGREJA NO BRASIL

Evangelizar no Brasil cada vez mais urbano,

pelo anúncio da Palavra de Deus,

formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo,

em comunidades eclesiais missionárias,

à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Casa Comum e testemunhando o Reino de Deus rumo à plenitude.

 

OBJETIVO ESPECÍFICO DA DIOCESE

Ser Igreja missionária, por meio de comunidades

presentes em todas as realidades de vida pessoal e social,

articuladas como pastoral de conjunto,

que atuam em defesa da vida e em prol do bem comum.

 

AÇÃO EVANGELIZADORA DA DIOCESE

A Ação Evangelizadora da Diocese de Jales orienta-se pelas

Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2019-2023,

estruturadas a partir da

COMUNIDADE ECLESIAL MISSIONÁRIA,

como “casa”, sustentada pelos “pilares”:

Palavra, Pão, Caridade e Ação Missionária.

1) PALAVRA – Iniciação à vida cristã e animação bíblica:

Desenvolver a catequese mistagógica, que tome em conta a realidade e o Kerigma, com implicação dos pais, tendo a família como centro da vida cristã, um processo adequado de iniciação cristã, a formação de novas lideranças, com ênfase nas novas gerações, por meio da catequese infantil, Pastoral da Criança, Pastoral de Adolescentes e da Pastoral Juvenil, nas quais se inclui a catequese crismal, interagindo-se entre elas. Criar as Escolas Bíblicas nas paróquias, desenvolver os Círculos Bíblicos e incentivar a Leitura Orante da Bíblia. Implementar o Projeto de Animação Bíblica da Vida e da Pastoral

2) PÃO – Liturgia e espiritualidade

Desenvolver comunhão eclesial por meio de um relacionamento pessoal mais afetivo no conjunto das comunidades, especialmente entre lideranças, e mais unidade pastoral com ênfase na função dos conselhos pastorais e no ministério de coordenação de comunidades.

3) CARIDADE – Serviço à vida plena para todos

Organizar melhor as Cáritas Paroquiais e formar cristãos leigos e leigas para atuarem na vida social, em conjunto com as pastorais e entidades sociais, e em políticas públicas com Conselhos Municipais Paritários.

4) AÇÃO MISSIONÁRIA – Estado permanente de missão

Implementar o Projeto Missionário Diocesano, no qual estejam incluídos: acolhimento e acompanhamento de pessoas afastadas da Igreja ou em situações especiais, equipes permanentes de missão, visitas domiciliares programadas, missão jovem, organização de mais grupos de família e o desenvolvimento da Pastoral Familiar e de comunidades familiares.

  1. Desenvolver ação missionária permanente em nível de comunidades, quase-paróquias, paróquias, pastorais e movimentos, envolvendo lideranças, especialmente ministros leigos e leigas.

Meios:

– COMIDI implementar o Projeto Missionário Diocesano.

– Paróquia Missionária 2022 (Santo Antônio do Aracanguá).

  1. Despertar e formar lideranças com consciência missionária na sociedade.

Meios:

– Escola de Animadores tendo participantes pessoas engajadas que possam se implicar na formação em suas comunidades.

– Romaria Diocesana que valorize a religiosidade popular e desenvolva o senso de liderança laical inspirada em Maria.

  1. Evangelizar as famílias como pastoral de conjunto, por meio de pastorais afins, fortalecendo os Grupos de Casais e de Famílias, a Pastoral Familiar e as Comunidades Eclesiais de Base, assegurando formação e espiritualidade, especialmente de lideranças, capacitando-as a entenderem a realidade familiar, para nela atuarem de modo eficiente. Integrar mais as famílias na vida de Igreja por meio da catequese, encontros de quarteirão, estudo bíblico, subsídios, terços e visitas.

Meios:

– Reunião de coordenadores de organismos pastorais que atuam frente à realidade familiar para articular ações comuns.

– Encontros no mês de setembro com subsídio bíblico elaborado pela Comissão Bíblico Catequética, em sintonia com a Equipe de Subsídios.

– Semana Diocesana da Família em sintonia com a Semana Nacional da Família.

– Encontros de Formação e Espiritualidade com casais.

  1. Aprimorar a formação teológica, bíblica, pastoral e pedagógica, bem como a espiritualidade dos agentes pastorais, especialmente catequistas e ministros instituídos.

Meios:

– Cursos Bíblicos, especialmente nas Paróquias e nos Setores.

– Comissão Bíblica Diocesana implementar o Projeto de Animação Bíblica da Vida e da Pastoral.

– Projeto da Escola Bíblica Diocesana.

– Curso sobre Iniciação à Vida Cristã para todas as lideranças, especialmente os Catequistas, com base no Documento 107 da CNBB, prioritariamente nos Setores.

– Estudo do Documento 114 da CNBB: “E a Palavra habitou entre nós” (Jo 1,14): Animação Bíblica da Pastoral a partir das Comunidades Eclesiais Missionárias”.

– Cartas incentivando os catequistas a participarem na Escola de Animadores.

– Participação dos catequistas nos encontros do RP2, da Província e do Regional Sul1.

  1. Implementar o Projeto Diocesano da Pastoral de Adolescentes.

Meios:

– Coordenação Diocesana da Pastoral de Adolescentes

  1. Implementar o Projeto Diocesano de Ministério de Coordenação de Comunidades

– Coordenação do Projeto Diocesano de Ministério de Coordenação de Comunidades

  1. Ampliar a organização e desenvolver a atuação do Conselho Diocesano de Leigos

Meios:

– Conselho Diocesano de Leigos Ampliado

– Estudo do Documento 105 da CNBB (Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade).

  1. Dinamizar a Pastoral Juvenil, integrando nela a crisma com jovens e a dimensão vocacional, desenvolvendo melhor seu trabalho de assessoria, e capacitando-a a compreender a realidade social e nela atuar.

Meios:

– Jornada Diocesana da Juventude

– Missão Jovem

– Dia Nacional da Juventude em Santo Antônio do Aracanguá.

– Encontro Diocesano de Capacitação para Assessores Adultos e Lideranças Jovens.

  1. Promover um melhor entrosamento nos Setores, entre padres e lideranças, especialmente ministros leigos e leigas.

Meios:

– Dia de convivência e reflexões pastorais entre padres, funcionários e lideranças dascomunidades do Setor.

– Encontros e manhãs de formação.

  1. Desenvolver a Pastoral do Dízimo em âmbito diocesano.

Meios:

– Equipes paroquiais da Pastoral do Dízimo onde não existe.

– Encontros por Setor.

  1. Desenvolver a educação musical na Diocese.

Meios:

– Comissão para criar o Projeto de Educação Musical.

– Escola Diocesana de Música.

– Cursos de Licenciatura em Música do Polo Claretiano.

  1. Promover iniciativas conjuntas das comunidades, pastorais e movimentos no campo vocacional.

Meios:

– Semana Vocacional em todas as paróquias.

– Momentos de espiritualidade e celebrativos conjuntos.

– Subsídios para animação vocacional em celebrações.

– Subsídios da Pastoral Juvenil para as comunidades.

– Abertura do 3° Ano Vocacional da Igreja no Brasil: 20/11/2022.

  1. Conscientizar as lideranças das comunidadessobre a importância da arquitetura e a arte sacra na Diocese, implicando-as no seu cuidado.

Meios:

– Encontro Diocesano de Formação sobre Arquitetura e Arte Sacra.

– Catalogar todas as edificações e bens culturais da Diocese com fotos, dados históricos e projetos.

– Museu e biblioteca da Diocese a serviço da comunidade.

  1. Subsídios da Diocese serem utilizados por todas as comunidades, pastorais, movimentos e organismos diocesanos.

Meios:

– Implicação de representantes de comunidades, pastorais, movimentos e organismos diocesanos na elaboração e distribuição dos subsídios.

  1. Fortalecer a comunhão e a missão da Igreja Diocesana por meio da participação ativa no Processo do Sínodo 2021-2023.

Meios:

– Consultas ao Povo de Deusa partir do Questionário Diocesano.

– Assembleia Pré-Sinodal em duas etapas

– Síntese das reflexões

PROJETOS DIOCESANOS

Justificativa:

A Iniciação à Vida Cristã (IVC) em família (Catequese Familiar) vem de encontro ao anseio de catequistas e comunidades cristãs, que tanto se empenham em envolver a família no processo catequético. Tendo em vista esse anseio, como Diocese de Jales sentimos o desafio de encontrar caminhos para o envolvimento da família no processo de evangelização de crianças, adolescentes, jovens e adultos, e a inserção na vida comunitária, para o seguimento e discipulado de Jesus, que é a fonte da vida. Dessa forma, estamos convidando a todas comunidades cristãs, representadas por suas lideranças leigas e ordenadas, a refletiras propostas para a implantação da IVC a partir da família, tornando-a o primeiro ambiente de evangelização e vivência da fé, inserida na vivência da comunidade cristã, espaço e lugar do crescimento e do envolvimento cristão, que repercute na vida em sociedade. A IVC em Família é um processo de evangelização destinado a transformar a vida cristã a partir de nossas famílias. Por séculos essa missão evangelizadora foi assumida pela família, num primeiro momento, e depois, a comunidade cristã a continuava de forma permanente, formando discípulos e missionários de Jesus Cristo. Com as mudanças econômicas, políticas e sociais, as famílias em sua maioria, deixaram de assumir essa missão, dificultando a formação dos novos discípulos missionários. Por isso, busca-se envolver novamente a família no processo de Iniciação à Vida Cristã. A sua dinâmica é simples e prática: parte-se da importância que muitos pais católicos ainda dão aos sacramentos, este tipo de Catequese pretende fazer da preparação dos filhos, um tempo privilegiado de formação cristã intensiva para toda a família.

 

Objetivo:

Evangelizar as crianças, adolescentes, jovens, adultos e suas famílias a partir do processo de iniciação à vida cristã em família para que haja o encontro pessoal com Jesus Cristo e todos se tornem discípulos e missionários na vida da Igreja e da sociedade.

Metas e meios:

  1. Criar uma Comissão Diocesana de Iniciação à Vida Cristã e de Catequese Familiar.

Meios:

– Reunir as Pastorais e movimentos afins para formar a Comissão Diocesana da Iniciação à Vida Cristã e Catequese Familiar.

– Estudar os documentos de referência sobre Iniciação à Vida Cristã e Catequese Familiar.

  1. Elaborar um Itinerário de Animação Bíblica Catequética Familiar que envolva todas as instâncias pastorais da Diocese, paróquias, quase paróquias e comunidades, no processo de Iniciação à Vida Cristã e na proposta de uma Catequese Familiar.

Meios:

– Elaborar um Guia Pedagógico que envolva a família na catequese dos filhos, eleve amesma a ser evangelizada e evangelizadora da sua prole, a partir da vivênciacomunitária;

– Reunir a Comissão Diocesana de Iniciação à Vida Cristã e Catequese Familiar paraelaborar esse Projeto de forma que seja construído com a participação de todos.

– Apresentar esse Itinerário nas reuniões da Coordenação Diocesana de Pastoral, doclero, do Conselho Diocesano de Pastoral Ampliado para ser analisado, refletido demodo que seja construído e assumido por todos.

  1. Reelaborar os livros de catequese da Diocese, conforme o Processo de Iniciação à Vida Cristã e a Catequese Familiar.

Meios:

– Envolver os catequistas que fazem parte da Coordenação Diocesana da Animação Bíblico Catequética no processo de reelaboração dos subsídios catequéticos.

– Reunir com catequistas dos Setores para apresentar o livro e colher sugestões daqueles que exercem o ministério na prática.

– Nas reuniões do clero, Conselho Diocesano de Pastoral Ampliado, apresentar o resultado do caminho percorrido para ser avaliado, refletido e encaminhado.

  1. A Coordenação Diocesana de Animação Bíblico Catequética deve promover momentos formativos sobre Iniciação à Vida Cristã e a Catequese Familiar nos Setores.

Meios:

– Encontros a nível de setores para formar e orientar os catequistas a partir do Projeto a ser assumido por toda Diocese.

  1. Trabalhar a evangelização da Família, envolvendo-a na proposta da Iniciação à Vida Cristã e da Catequese Familiar.

Meios:

– Na vida comunitária trabalhar a consciência de que a educação da fé éuma tarefaque compete a toda família. O papel dos pais não consiste na simples delegação aoscatequistas de sua responsabilidade de educar na fé. Em primeiro lugar, cabe aos paisevangelizar, em decorrência de seu compromisso assumido no matrimônio e noBatismo de seus filhos.

– Aos pais, oferecer algumas propostas simples, assim como o livro da família, elaborado para a Catequese em Família, preparando-os para a sua missão de testemunhar a fé aos filhos, com momentos próprios de diálogo, de oração e de confronto com a vida. Demonstrar que o diálogo em família, entre pais e filhos, é o momento central de toda a Catequese Familiar. Aliás, está estruturada de forma a potencializar e tornar o diálogo orante familiar verdadeiramente fecundo.

– Promover a interação entre a catequese comunitária e a catequese familiar, através dos momentos celebrativos na comunidade por etapas da catequese, para aprofundar e tirar as dúvidas que possam surgir no decorrer da Catequese Familiar e ter o feedback da vivência familiar na vida comunitária.

Justificativa:

A Diocese sempre ofereceu diversos momentos formativos e celebrativos animando a vida litúrgica diocesana. Sempre é visível o interesse dos cristãos leigos e leigas pelo tema liturgia. Observando esta realidade, a vida litúrgica nos aproxima da experiência fraterna e da realização eterna, convergindo para si toda a ação eclesial e sendo realidade visível. Por isso, vê-se a necessidade de abordar outros temas relacionados à liturgia, facilitando a vida orante e celebrativa dos cristãos leigos e leigas, abrangendo toda realidade oracional da Igreja.

 

Objetivos:

  1. Promover e orientar a vida orante da Igreja.
  2. Fortalecer a dimensão do Canto Litúrgico-Pastoral nas Comunidades eclesiais.
  3. Fomentar a necessidade de uma contínua Formação Litúrgico-Pastoral.

 

Metas e meios:

  1. Concluir as orientações para a Celebração Eucarística.

Meios:

-Reunião para revisão do texto.

-Encontro de formação para estudo e divulgação do texto, com leigos e leigas.

-Edição e promulgação das Orientações Litúrgico-Pastorais.

  1. Elaboração de orientações para a Celebração da Palavra de Deus.

Meios:

-Reunião com a Comissão para estudo dos documentos da Igreja sobre a Celebração da Palavra de Deus.

  1. Elaboração de orientações para os sacramentos: batismo e matrimônio.

Meios:

-Realizar um levantamento das necessidades e dificuldades nas Comunidades Paroquiais.

-Reuniões com a Comissão para estudos e propostas.

-Ouvir o Clero para a elaboração do texto.

  1. Continuação da revisão e atualização do livro “Caminhando e Cantando”.

Meios:

-Reuniões com a Comissão.

-Consulta das Equipes de Cânticos, acolhendo sugestões.

  1. Retomar o boletim “Celebrando”.

Meios:

-Resgate histórico do boletim.

– Constituir uma equipe vinculada à Comissão Diocesana de Liturgia.

-Versão do boletim impresso, virtual e radiofônico.

  1. Incentivar uma liturgia familiar e no mundo do trabalho (Vida Orante)

Meios:

-Realizar reuniões com a Pastoral Familiar e Grupos de Famílias.

-Analisar as necessidades e dificuldades da vida orante nos diversos ambientes.

  1. Incentivar Grupos de Orações de Comunidade.

Meios:

– Realizar reflexão com o Clero.

– Realizar reflexão com o Conselho Diocesano de Pastoral.

– Criar orientações para os Conselhos e Coordenações Pastorais.

Justificativa:

Aação sóciopastoral é uma dimensão evangelizadora da Igreja que expressa a caridade deCristo por meio de ações de comunidades,pastorais, movimentos, organismos, redes e projetos eclesiais em prol de condições dignas de vida e do bem comum, que se desenvolvemdesderealidades sociais específicas de forma articulada, visandoincidirem conjuntamente, de modo eficiente e eficaz,na realidade global da sociedade.

 

Objetivos:

  1. Valorizar, acompanhar, apoiar e potencializar as ações sociopastorais existentes na Diocese.
  2. Suscitar novas ações sociopastorais que as comunidades e a Diocese necessitam.
  3. Articular todas as ações sociopastorais para que se desenvolvam conjuntamente.
  4. Desenvolver formação permanente dos agentes sociopastorais com prioridade à função de coordenação e incidência política.
  5. Implicar as novas gerações no desenvolvimento das ações sociopastorais.
  6. Vivenciar e explicitar a espiritualidade nas ações sociopastorais.
  7. Desenvolver ações comuns e mobilizações populares com impacto público, a partir de pautas reivindicativas.

 

Metas e Meios:

  1. Catalogar todas as ações sociopastorais existentes na Diocese de Jales.

Meios:

– Orientação escrita sobre o que é ação sóciopastoral.

– Coleta de informações por meio de um formulário.

  1. Identificar agentes Cáritas, incluindo os que trabalham nos projetos.

Meios:

– Elaborar e revisar uma lista de funções das Cáritas Paroquiais e da Cáritas Diocesana.

– Elaborar uma lista de pessoas de todas as comunidades, que têm perfil para as funções definidas e prepara-las para essas funções.

  1. Análise de forças, fraquezas, dificuldades e potencialidades com os agentes de cada ação sóciopastoral e do conjunto delas.

Meios:

– Oficinas por campos específicos de atuação.

– Encontro Geral.

  1. Articular as ações comuns sob a coordenação da Cáritas Diocesana com a participação das Cáritas Paroquiais.

Meios:

-Semana da Solidariedade.

  1. Criar e dinamizar as Cáritas em todas as paróquias.

Meios:

– Reunião em cada paróquia na qual existe CNPJ da Cáritas

– Reunião em cada paróquia na qual não existe CNPJ da Cáritas.

– Divulgar o trabalho das comunidades, pastorais, movimentos e organismos diocesanos e da Cáritas nessas paróquias.

  1. Ampliar, organizar, orientar e supervisionar o voluntariado da Cáritas.

Meios:

– Campanha de Voluntariado.

– Encontros de formação com voluntários

  1. Articular ações comuns por meio da Campanha da Fraternidade, Rede de Protetores da Vida e da 6ª Semana Social Brasileira.

Meios:

– Encontro de Formação com as respectivas equipes.

  1. Fomentar e articular as ações socioeducativas entre jovens e adolescentes, principalmente lideranças.

Meios:

– Encontro de formação com as lideranças.

– Intercambio entre os jovens e adolescentes dos setores e projetos das Cáritas.

– Encontro Diocesano com fotos, vídeos e entrevistas retratando o que foi visitado.

  1. Fomentar a criação e o desenvolvimento das Pastorais dos Migrantes, do Mundo doTrabalho, do Mundo Rural, com especial atenção aos acampamentos e assentamentos, das Iniciativas de Economia Solidária e Agroecologia.

Meios:

– Articular com Coordenador Diocesano de Pastoral.

– Identificar Paróquias e Municípios com características para iniciativas de ações voltadas a estas pastorais.

– Identificar as comunidades rurais ativas.

– Encontros de lideranças católicas do mundo rural.

– Reorganizar a Comissão Pastoral da Terra na Diocese, relacionada às CEBs.

  1. Garantir assessoria e apoio técnico na ação sóciopastoral.

Meios:

– Equipes de Profissionais com formação jurídica, administração, comunicação, técnicos sociais, pedagogos e outros.

– Identificar profissionais para fazer parte das distintas equipes.

  1. Capacitar as coordenações das ações sociopastorais para geração e captação de recursos.

Meios:

– Encontros para trocas de experiências de geração e captação de recursos e visualizar novas possibilidades.

– Organizar e ampliar a Rede Diocesana da Nota Fiscal Paulista;

– Promover Campanhas da Nota Fiscal Paulista em datas comemorativas;

– Apresentar um Projeto para o Fundo Nacional de Solidariedade e MISEREOR (Alemanha) – extensão do Projeto Corpo e Mente em Movimento/ Apoio SACRA).

  1. Envolver o conjunto da Igreja diocesana e da sociedade civil na Campanha da Fraternidade.

Meios:

– Encontro Diocesano para repassar o Texto-base da Campanha da Fraternidade.

– Organizar equipes paroquiais e setoriais da Campanha da Fraternidade.

– Lançamento Diocesano da Campanha da Fraternidade.

-Encontros específicos com: trabalhadores da área de segurança e justiça, trabalhadores das redes sociais, profissionais da saúde, educadores e lideranças políticas e governamentais.

– Encontros dos Grupos de Família com subsídios.

– Encontro de avaliação da Campanha da Fraternidade 2022 e replanejamento.

– Encontro do Regional Sul 1 para a Campanha da Fraternidade 2022.

  1. Criar a Comissão Justiça e Paz da Diocese de Jales.

Meios:

– Identificar pessoas para compor a Comissão Justiça e Paz.

– Reunião com as pessoas propostas

  1. Firmar presença e desenvolver vínculos nas escolas de segundo grau e nas universidades.

Meios:

– Pastoral da Educação e Universitária.

– Missas Universitárias.

– Encontro de Professores(as) Católicos(as).

  1. Construção de um Projeto Educacional Diocesano que propicie formação qualificada de agentes de pastoral e formação profissional.

Meios:

– Constituição do Centro Educacional Univida (CEU).

– Cerimônia de lançamento.

– Curso inaugural do Centro Educacional com o tema cristologia.

  1. Promover a formação sobre a Doutrina Social da Igreja com cristãos leigos e leigas, padres, seminaristas, religiosos e religiosas.

Meios:

– Encontros de Formação Permanente com cristãos leigos e leigas, padres, seminaristas religiosos e religiosas.

– Cursos programados pelo Centro Educacional Univida.

  1. Publicar mais as ações sociopastorais.

Meios:

– Site da Diocese

– Programas de rádio.

– Facebook da Cáritas Diocesana.

Justificativa:

Está cada vez mais evidente a importância, auxílio e benefícios de uma comunicação articulada e estratégica. Para a Diocese isto significa ter um Plano de Comunicação Diocesano. Este é um tema que implica a PASCOM, mas não se trata somente da atuação desta Pastoral específica para que a comunicação da e desde a Igreja seja cada vez mais qualificada. Sendo assim cabe-nos questionar: O que implica a Comunicação de fato e como trabalhar de forma mais articulada e estratégica a Comunicação Diocesana? Isto nos interpela e reforça a necessidade e importância de um projeto de comunicação para e desde a Igreja.

 

Objetivo:

Organizar um “Plano de Comunicação Diocesano”, articulado e estratégico em todos os âmbitos, afim de que a ótica da comunicação perpasse toda a ação evangelizadora da nossa Igreja Diocesana, considerando os desafios principais que emergem da realidade a partir da qual servimos.

 

Objetivos específicos:

  1. Elaborar um “Plano Diocesano de Comunicação”, articulado e estratégico em todos os âmbitos, afim de que a ótica da comunicação perpasse toda a ação evangelizadora da nossa Igreja Diocesana, considerando os desafios principais que emergem da realidade a partir da qual servimos.
  2. Esclarecer o lugar por excelência de atuação da Pascom.
  3. Animar, propiciar e fortalecer o diálogo e a sintonia na organização da comunicação na Diocese de Jales.
  4. Contribuir para a reflexão sobre a comunicação no campo teórico-prático, cultural e das políticas de comunicação.
  5. Promover o diálogo e encontro das pessoas tendo em vista a formação para comunicação.

 

Metas e meios:

  1. Dar organicidade ao que já existe de comunicação na Diocese.

Meios:

– Conselho Diocesano de Comunicação com representantes das distintas áreas de atuação. Composição: Bispo Diocesano, Coordenador Diocesano de Pastoral, Assessor Eclesiástico da Pascom, Coordenador(a) Diocesana da Pascom, Assessor de Comunicação da Diocese, Membros da Diretorias das Rádios e Profissionais de Comunicação.

– Planejamento conjunto e Planejamentos específicos das seguintes áreas: Pascom, Rádios, Assessoria de Comunicação e Mídias Digitais.

  1. Desenvolver a Pascom em todas as instâncias (Diocese, Paróquias e Quase-Paróquias) seguindo quatro passos à luz do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil e do Guia de Implantação da Pascom da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB.

Meios:

– 1º Passo: Conhecer – Dialogar com o Clero, organizar uma equipe composta por pessoas comprometidas com a comunicação e fazer levantamento das necessidades e recursos já existentes (Diagnóstico da Realidade).

– 2º Passo: Sensibilizar – Dialogar com Conselho Pastoral sobre a Importância da Pascom. Fazer levantamento das necessidades das pastorais, movimentos e organismos.

– 3º Passo: Formar – Momento de formação específica para o grupo Pascom. Estabelecer contato com professores, profissionais e pesquisadores da comunicação.

– 4º Passo: Manter – Propostas de ação e Elaboração do Plano Pastoral da Comunicação. Planejamento Pastoral Pascom levando em consideração os quatro eixos inseparáveis do projeto nacional da Pascom: 1) Formação, 2) Articulação, 3) Produção e 4) Espiritualidade.

– “ESTUDO PASCOM”: Momento diocesano de formação sobre Comunicação. Formato híbrido, com encontros presenciais e virtuais coordenados pela Pastoral da Comunicação Diocesana, iniciando em fevereiro de forma virtual, com frequência bimestral, intercalando entre momento virtual e presencial (meses: fevereiro, abril, junho, agosto, outubro e dezembro).

– “MUTIRÃO DIOCESANO DE COMUNICAÇÃO”: um encontro de comunicação aos moldes dos “Mutirões Brasileiros de Comunicação”, voltado a refletir sobre os caminhos e as perspectivas das relações entre a Igreja Católica, a sociedade brasileira e a cultura contemporânea, no campo da comunicação. Para provocar debates sobre as políticas e a democratização da comunicação, as relações geradas pela cultura das novas tecnologias no campo da comunicação e a mobilização dos agentes da Pastoral da Comunicação. Coordenado pela PASCOM Diocesana (mês de setembro).

  1. Desenvolver a Rede Diocesana de Rádios.

Meios:

– Conselho das Rádios.

– Planejamento Específico.

– Encontro periódico da Conselho e das Diretorias das Rádios.

– Momentos bimestrais de partilha e formação com os profissionais das Rádios da Diocese.

  1. Desenvolver a Assessoria de Comunicação Diocesana.

Meios:

– Equipe de Assessoria. Composição: Assessor de Comunicação da Diocese, Assessor Eclesiástico da Pascom, Coordenador(a) Diocesano da Pascom, Profissionais da Comunicação específicos de cada área de atuação: Publicidade e Propaganda, Marketing, Marketing Digital, Jornalismo, Audiovisual e Produção Multimídia.

– Planejamento Específico.

– Programas de Formação.

– Contato com professores, profissionais e pesquisadores da comunicação na região.

  1. Desenvolver a presença da comunicação diocesana nas mídias digitais.

Meios:

– Equipe de Mídias Digitais. Composição: Assessor de Comunicação da Diocese, Assessor Eclesiástico da Pascom, Coordenador(a) Diocesano da Pascom, Profissionais da área e Voluntários.

– Planejamento Específico.

– Organização do Site, Redes Sociais, Audiovisual, Produção Multimídia e Aplicativo da Diocese.

Justificativa:

A Igreja Diocesana, constituída pelo conjunto interligado de Paróquias, Quase-Paróquias,  Comunidades, Pastorais, Movimentos e Serviços, é administrada e mantida financeiramente  de modo corresponsável e orgânico. Os Conselhos Administrativos e os(as) tesoureiros(as)  de todas essas instâncias; o Conselho Administrativo da Diocese, composto pelo Colégio de  Consultores e leigos e leigas; o Diretor Administrativo e Ecônomo Diocesano; o Diretor  Administrativo Adjunto, e funcionários(as) da área jurídica e financeira da Cúria Diocesana, devem trabalhar articuladamente. Para isso, todas as instâncias de coordenação e gestão diocesanas, devem orientar-se pelos seguintes objetivos, metas e meios.

Objetivos:

  1. Desenvolver organização e coordenação administrativa e financeira eficientes no conjunto da Diocese, em função de sua eficácia pastoral.
  2. Capacitar, orientar e supervisionar todas as pessoas que assumem responsabilidadesadministrativas e financeiras na Diocese.

Metas e meios: 

  1. Desenvolver a organização e a coordenação administrativa e financeira da Diocese.

Meios:

– Orientações administrativas e financeiras da Diocese, atualizadas.

– Colégio de Consultores com papel mais protagônico.

  1. Garantir a manutenção do Seminário Diocesano.

Meios:

– Contribuições financeiras da Paróquias e Quase-Paróquias, atualizadas.

– Coletas de alimentos e material de limpeza por Setores.

– Campanha de “Benfeitores do Seminário” com contribuições mensais ou anuais.

– Solicitação de doações em espécie, conforme as necessidades.

  1. Desenvolver a administração e a auto sustentabilidade financeira do Santuário da Santíssima Trindade / Escola Vocacional de Jales.

Meios:

– Representantes dos Setores na Comissão Administrativa do Santuário / Escola Vocacional para dar mais dinamismo ao seu trabalho.

– Secretaria para o Santuário / Escola Vocacional.

– Eventos diversificados que gerem recursos.

– Adequações na Escola Vocacionalpara favorecer acessibilidade e uso do Polo Claretiano, pousada para viajantes durante a semana e aluguel para eventos e festas.

  1. Desenvolver o autofinanciamento pastoral.

Meios:

– Gerar recursos para o Fundo Pastoral Diocesano.

– Pastorais, Movimentos e Organismos integrarem o orçamento em seus planejamentos, prevendo a geração de recursos para suas atividades pastorais.

– Desenvolver a Pastoral do Dízimo.

– Ampliar o uso de subsídios da Diocese e publicações da CNBB.

– Motivar as coletas da Campanha da Fraternidade (60% para o Fundo Diocesano de  Solidariedade) e da Campanha para a Evangelização (35% para a Diocese).

  1. Administrar de modo mais participativo as rádios e livrarias.

Meios:

– Conselhos Administrativos com os cotistas das rádios e livrarias.

  1. Administrar de modo mais eficiente os imóveis da Diocese.

Meios:

– Planejamento do uso e rendimentos dos imóveis.

– Projetar a instalação da fonte de energia fotovoltaica (solar).

  1. Assegurar Fundos para Emergências, Formação Contínua dos Presbíteros e Assistência aos Presbíteros Enfermos e Idosos.

Meios:

– Orçamento Diocesano conter esses Fundos.

  1. Promover formação para Secretários(as) Atendentes, Comissões Administrativas das Paróquias, Quase-Paróquias e Comunidades, e Tesoureiros(as), das Pastorais,  Movimentos e Organismos, sobre as Orientações Administrativas da Diocese.

Meios:

– Encontro Diocesano para Secretários(as) Atendentes (três grupos em datas  distintas).

– Encontro para Comissões Administrativas e Tesoureiros(as) por Setores.

  1. Supervisionar a aplicação das Orientações Administrativas da Diocese.

Meios:

– Visitas planejadas de um(a) supervisor(a) da Cúria às Paróquias, Quase-Paróquias e  Comunidades, e coordenações diocesanas de Pastorais, Movimentos e Organismos.

  1. Organizar uma rede de serviço jurídico da Diocese.

Meios:

– Equipe jurídica da Cúria (profissionais e voluntários).

– Encontro de advogados e estudantes de direito.

Jales, 09 de dezembro de 2021.