Diocese de Jales

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Planejamento

 DIOCESE DE JALES

PLANEJAMENTO PASTORAL 2021

REALIDADE DA DIOCESE

A Diocese de Jales tem cerca de 12.500 km2 de extensão, abrange 45 municípios, com uma população aproximada de 360.000 habitantes; está composta por 29 paróquias, 24 quase paróquias (em total, 236 comunidades); 44 padres (41 exercendo o ministério na Diocese), um diácono transitório, cinco religiosas, uma missionária diocesana; três comunidades de fraternidade, 11 seminaristas e, aproximadamente 1480 ministros leigos e leigas instituídos. Os municípios que compõem a área da Diocese, apesar de serem acentuadamente urbanos, com baixo índice de industrialização, predominantemente pequenas indústrias, têm na agropecuária sua principal fonte econômica. Muitos trabalhadores são funcionários públicos, outros trabalham em: indústria sucroalcooleira, usinas hidroelétricas, comércio, prestação de serviços, frigoríficos, escolas e faculdades, ou são produtores rurais, assalariados sazonais, especialmente no campo, onde, em vários municípios, há também acampados e assentados, bem como pescadores.

Nesta região, avançam-se algumas monoculturas, tais como a cana de açúcar e os seringais, atraindo imigrantes. A renda salarial média é baixa. As ofertas de trabalho são limitadas. O desemprego tem sido expressivo, sobretudo entre os jovens. As oportunidades de trabalho, mesmo para os poucos que se profissionalizam e têm estudos avançados, estão reduzidas. Muitos são obrigados a trabalhar e estudar longe de suas residências, gerando “cidades dormitórios”. As oportunidades de formação profissionalizante gratuita são poucas. Além das Igreja, outras entidades públicas e privadas realizam atividades com crianças e adolescentes. Há alto índice de juventude em trânsito em cidades com universidades. O índice de analfabetismo funcional é, também, alto. No entanto, crescem as universidades em nossa região. Muitos universitários têm pouca ou nenhuma formação religiosa. O êxodo rural para dentro da região e a emigração para centros urbanos de outras regiões continuam ocorrendo há várias décadas. O campo se esvazia, progressivamente. O trabalho agrícola é pouco valorizado. Pessoas aposentadas regressam de grandes cidades. Crescem os loteamentos, os conjuntos habitacionais e os condomínios. Há uma presença associativa importante no âmbito econômico, social, sindical, político, cultural e religioso. A cultura midiática se alastra rapidamente. Cresce o envolvimento com as redes sociais, sobretudo das novas gerações.

Problemas nesta região são abundantes. A análise da realidade a partir da qual os organismos de Igreja nesta Diocese atuam, revelam uma preocupação importante com relação a fatores sociais, tais como: a pandemia da Covid-19, novos modelos de família, muitos casais de nova união, inversão de valores; relacionamento familiar fragmentado; ausência dos pais na vida dos filhos (na escola, na catequese e no lazer); algumas escolas com professores ateus que apresentam conteúdos contrários à fé cristã; convívio dos filhos com colegas ateus; muitos universitários têm pouca ou nenhuma formação religiosa; envelhecimento populacional; condição de pobreza (Nossa região é a segunda mais pobre do Estado de São Paulo; segundo o Censo de 2010, nos 45 municípios existem 9.048 crianças pobres e uma taxa de mortalidade de 1%); cresce o número de moradores de rua; não há serviços de transporte público, sobretudo nos finais de semana; sobrepõe-se a cultura do consumismo, lazer e entretenimento, em detrimento da formação humana, espiritual, familiar e de solidariedade; grande número de pessoas idosas com muitos tipos de dificuldades; jovens deixam a região para os grandes centros, em busca de trabalho e estudo; doenças crônicas com destaque para diabetes, hipertensão arterial, número elevado de casos de câncer e doenças contagiosas; depressão e síndromes; gravidez precoce; obesidade mórbida; grande quantidade de adolescentes e adultos envolvidos no uso de bebidas alcoólicas e outros tipos de drogadição.

Aumenta-se o tráfico de drogas, envolvendo, sobretudo jovens, e a violência na forma de furtos, roubos, abusos sexuais, agressões, homicídios e suicídios, também, de jovens. Apesar da existência de muitos equipamentos sociais, parte deles é deficiente, sobretudo na área da saúde. Há poucas políticas públicas a serviço dos empobrecidos. Investe-se pouco na área da nutrição, meio ambiente e agricultura orgânica. Há degradação do meio ambiente, uso indevido de agrotóxicos, falta de consciência ambiental, insensibilidade e corrupção de gestores públicos, bem como inconsciência política e pouca participação cidadã, por exemplo, nas associações de moradores, sindicatos e conselhos paritários. Esses conselhos, usualmente, são manipulados pelo poder público. Falta motivação para a participação na vida política. Os conflitos por motivos políticos, inclusive nas comunidades, são constantes. Os crimes eleitorais presentes na vida política local têm aumentado, sendo pouco coibidos. Candidatos e eleitores se corrompem mutuamente. Grande parte dos recursos para a gestão pública municipal depende de verbas estaduais e federais.

A religião majoritária é católica. Crescem os segmentos evangélicos, sobretudo neopentecostais com ímpeto competitivo. Convive-se com o pluralismo e o trânsito religioso. Cresce o relativismo. Há poucas iniciativas ecumênicas. Há muitos católicos sem participação na vida de igreja. Muitos participam somente em missas ou se utilizam esporadicamente de serviços sacramentais, repercutindo na falta de formação religiosa dos filhos. Perde-se o sentido do sagrado e diminui-se a procura pelos sacramentos. Cresce o secularismo juvenil. O clima de desmotivação gerado pela crise social tem influenciado agentes de pastoral. Muitos se sentem cansados, alguns por acúmulo de trabalho. O turismo e o lazer absorvem o tempo das pessoas, em detrimento da participação na Igreja. As atividades celebrativas são as mais frequentadas. A religiosidade popular devocional exerce muita atração, favorecendo, quando bem orientada, a vivência eclesial. A religiosidade midiática substitui a participação nas comunidades, até mesmo a contribuição financeira com as mesmas.

Há poucas lideranças jovens na igreja e outras lideranças, em grande maioria mulheres, estão acumuladas de responsabilidades. Muitas lideranças estão envelhecidas e enrijecidas. Poucos ministros leigos e leigas são bem comprometidos em suas funções. Em muitas comunidades não há conselhos pastorais e o ministério de coordenação é exercido exclusivamente pelos padres. Muitos jovens da igreja não têm engajamento pastoral. A formação, sobretudo bíblica, desenvolvida nas paróquias e comunidades, é ainda limitada, e, quando ocorre, poucos se interessam. Faltam compreensão e prática da Leitura Orante da Bíblia. A contribuição oferecida por meio de cursos para animadores tem sido muito valiosa, assim também a atuação em favor dos mais pobres, das crianças e dos adolescentes, por meio de pastorais e projetos sociais, aos quais muitas lideranças têm se dedicado generosamente. Ações socioeducativas estão ainda pouco articuladas entre si. A atuação da Igreja na realidade educacional é bem reduzida. Ações em favor da saúde preventiva e curativa, que fazem uso da sabedoria popular, bem como a atuação da Igreja nos hospitais e nas clínicas de recuperação de dependentes químicos, têm sido muito importantes.

O acolhimento na igreja é, ainda, pouco caloroso. As visitas às famílias e aos enfermos têm sido importantes. A comunicação entre as diversas instâncias da Igreja e o vínculo entre pastorais, movimentos, comunidades e paroquias são frágeis. Há pouca formação e, às vezes, faltam sintonia e criatividade litúrgica. Começa-se a formação em comunicação. Muitos grupos de família ou quarteirão são verdadeiras Igrejas Domésticas que têm feito um belo trabalho levando as reflexões sociais da Igreja para dentro das casas dos fiéis. Eles se reúnem regularmente utilizando subsídios diocesanos ou das comunidades, com pouca participação de homens. Os grupos de família ou quarteirão são verdadeiras Igrejas Domésticas que têm feito um belo trabalho levando as reflexões sociais da Igreja para dentro das casas dos fiéis.

A participação organizada dos casais nas comunidades tem sido de grande valor. O trabalho catequético é amplo, orientado por bons subsídios, com catequistas dedicados, muitos dos quais sem formação aprofundada. Falta motivação das crianças cujos pais são desinteressados, bem como acompanhamento dos adolescentes pós-crisma. Desperta-se para a cultura vocacional e missionária, com importante participação juvenil e universitária, e ainda, poucas vocações presbiterais e religiosas. A mobilização juvenil cresce, sem distinguir realidades específicas de adolescentes e jovens. Há pouca qualificação administrativa nas paróquias e comunidades, e uma contribuição financeira tímida, especialmente, por meio do dízimo, devido, sobretudo ao pouco apoio e implicação de novas lideranças. As arrecadações financeiras têm diminuído.

DESAFIOS PRINCIPAIS

  1. Valorizar e defender a vida integralmente.
  2. Desenvolver a pastoral de conjunto com sintonia de linguagem e unidade, focada na missão permanente.
  3. Promover a conversão pessoal e pastoral: ser uma Igreja de diálogo, comunhão e acolhedora, em busca dos afastados com abertura para novas lideranças.
  4. Valorizar e estimular as lideranças existentes, que são, sobretudo, mulheres, e formar novas lideranças, responsabilizando mais os jovens e os homens.
  5. Adequar a pastoral ao contexto da realidade urbana, à nova realidade do mundo rural e à diversidade de ambientes sociais, ampliando a presença da igreja em novas realidades, e desenvolvendo a ação social da Igreja.
  6. Desenvolver as pastorais diocesanas em todas as quase-paróquias e paróquias conforme suas necessidades.
  7. Criar relacionamento e vínculo com pessoas que passam muito tempo no trabalho fora de seus municípios de residência e com recém-chegados.
  8. Analisar com mais profundidade a realidade da família e as novas configurações familiares para atuarmos diante delas de modo mais adequado e em conjunto.
  9. Realizar experiências significativas de comunidades de famílias.
  10. Orientar melhor a pastoral com adolescentes e jovens, com uma linguagem própria, em resposta às suas necessidades, promovendo sua participação comunitária, social e cidadã, e formando-os a partir de ações sociais.
  11. Fomentar a formação bíblico-teológica e orientar a Leitura Orante da Bíblia nas comunidades.
  12. Promover formação que assegure orientação litúrgica comum e inculturação litúrgica nos distintos contextos de vida e pastoral.
  13. Promover a cultura vocacional, desenvolvendo projetos de vida familiar, profissional, social e eclesial, com ênfase nos ministérios e vida consagrada.
  14. Criar o Ministério Leigo de Coordenação de Comunidades com critérios de escolha e programa específico de formação.
  15. Qualificar agentes pastorais com funções de coordenação, atendimento, catequéticas, ministeriais, litúrgicas, administrativas e financeiras.
  16. Qualificar a comunicação em todos os níveis da Diocese.
  17. Ampliar a interação Igreja-Sociedade (serviços públicos, escolas, universidades, categorias profissionais, etc), para formar lideranças e desenvolver ações sócio-políticas em prol do bem comum.
  18. Desenvolver o diálogo inter-religioso, prioritariamente entre cristãos, visando ações comuns em favor de condições mais dignas de vida.
  19. Desenvolver ações frente ao desemprego e projetos de orientação e capacitação profissional de adolescentes e jovens, em função de um mercado alternativo de trabalho.
  20. Divulgar e fortalecer ações das pastorais e dos projetos socioeducativos, preventivas de problemas socioambientais e drogadição, com especial atenção à agricultura orgânica.
  21. Expandir e fortalecer a “Rede de Protetores da Vida”.
  22. Conscientizar as lideranças sobre a necessidade de participação efetiva nas associações de moradores, sindicatos e conselhos paritários.
  23. Encontrar saídas frente à redução das arrecadações financeiras: organizar a Pastoral do Dízimo, com mais implicação dos padres e o conjunto das comunidades.
OBJETIVO GERAL DA IGREJA NO BRASIL

 Evangelizar no Brasil cada vez mais urbano,

pelo anúncio da Palavra de Deus,

formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo,

em comunidades eclesiais missionárias,

à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Casa Comum

e testemunhando o Reino de Deus rumo à plenitude.

OBJETIVO ESPECÍCO DA DIOCESE

 Ser Igreja missionária, por meio de comunidades

presentes em todas as realidades de vida pessoal e social,

articuladas como pastoral de conjunto,

que atuam em defesa da vida e em prol do bem comum. 

AÇÃO EVANGELIZADORA DA DIOCESE

Eixos: Formação e Missão

A Ação Evangelizadora da Diocese de Jales orienta-se pelas

Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2019-2023,

estruturadas a partir da

COMUNIDADE ECLESIAL MISSIONÁRIA,

como “casa”, sustentada pelos “pilares”:

Palavra, Pão, Caridade e Ação Missionária.

DIRETRIZES

  • PALAVRA – Iniciação à vida cristã e animação bíblica:

Desenvolver a catequese mistagógica, que tome em conta a realidade e o Kerigma, com implicação dos pais, tendo a família como centro da vida cristã, um processo adequado de iniciação cristã, a formação de novas lideranças, com ênfase nas novas gerações, por meio da catequese infantil, Pastoral da Criança, Pastoral de Adolescentes e da Pastoral Juvenil, nas quais se inclui a catequese crismal, interagindo-se entre elas. Criar as Escolas Bíblicas nas paróquias, desenvolver os Círculos Bíblicos e incentivar a Leitura Orante da Bíblia. 

  • PÃO – Liturgia e espiritualidade

Desenvolver comunhão eclesial por meio de um relacionamento pessoal mais afetivo no conjunto das comunidades, especialmente entre lideranças, e mais unidade pastoral com ênfase na função dos conselhos pastorais e no ministério de coordenação de comunidades.

  • CARIDADE – Serviço à plena para todos

Organizar melhor as Cáritas Paroquiais e formar cristãos leigos e leigas para atuarem na vida social, em conjunto com as pastorais e entidades sociais, e em políticas públicas com Conselhos Paritários Municipais.

 AÇÃO MISSIONÁRIA – Estado permanente de missão

Elaborar um projeto missionário, no qual estejam incluídos: acolhimento e acompanhamento de pessoas afastadas da Igreja ou em situações especiais, equipes permanentes de missão, visitas domiciliares programadas, missão jovem, organização de mais grupos de família e o desenvolvimento da Pastoral Familiar e de comunidades familiares.

METAS E MEIOS

  1. Desenvolver ação missionária permanente em nível de comunidades, quase-paróquias, paróquias, pastorais e movimentos, envolvendo lideranças, especialmente ministros leigos e leigas.

Meios:

– COMIDI coordenar a construção do Projeto Missionário Diocesano.

  1. Despertar e formar lideranças com consciência missionária na sociedade, em sintonia com a Romaria Diocesana.

Meios:

– Escola de Animadores tendo participantes pessoas engajadas que possam se implicar na formação em suas comunidades.

– Romaria Diocesana que valorize a religiosidade popular e desenvolva o senso de liderança laical inspirada em Maria.

– Formar lideranças para trabalhar com pessoas idosas.

  1. Evangelizar as famílias como pastoral de conjunto, por meio de pastorais afins, fortalecendo os Grupos de Casais e de Famílias, a Pastoral Familiar e as Comunidades Eclesiais de Base, assegurando formação e espiritualidade, especialmente de lideranças, capacitando-as a entenderem a realidade familiar, para nela atuarem de modo eficiente. Integrar mais as famílias na vida de Igreja por meio da catequese, encontros de quarteirão, estudo bíblico, subsídios, terços e visitas.

Meios:

– Reunião de coordenadores de organismos pastorais que atuam frente à realidade familiar para articular ações comuns.

– Visitas conjuntas de todos os organismos pastorais às famílias para conhecerem suas realidades.

– Encontros no mês de setembro com o subsídio bíblico elaborado pela Comissão Bíblico-Catequética em sintonia com a Equipe de Subsídios.

– Semana Diocesana da Família em sintonia com a Semana Nacional da Família.

– Encontros de Formação e Espiritualidade com casais.

  1. Aprimorar a formação teológica, bíblica, pastoral e pedagógica, bem como a espiritualidade dos agentes pastorais, especialmente catequistas e ministros instituídos: criar e desenvolver cursos bíblicos nas quase-paróquias e paróquias.

Meios:

– Cursos Bíblicos, especialmente nas Paróquias e nos Setores.

– Comissão Bíblica Diocesana para assessorar o processo de formação bíblico-teológica na Diocese.

– Utilizar o Documento 105 da CNBB (Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade)

– Curso sobre Iniciação à Vida Cristã para todas as lideranças, especialmente os Catequistas, com base no Documento 107 da CNBB, prioritariamente nos Setores.

– Cartas incentivando os catequistas a participarem na Escola de Animadores.

– Participação dos catequistas nos encontros do RP2, da Província e do Regional Sul1.

  1. Desenvolver a Pastoral de Adolescentes para atuar de modo amplo e criativo diante de todas as suas situações, integrando nesta pastoral as iniciativas já existentes com adolescentes (perseverança, crisma, pós-crisma, acólitos, coroinhas), a Infância e Adolescência Missionária e outras iniciativas.

Meios:

– Encontros de Setores e Diocesanos: de adolescentes, de acólitos e de catequistas de crisma com adolescentes.

  1. Dinamizar a Pastoral Juvenil, integrando nela a crisma com jovens e a dimensão vocacional, desenvolvendo melhor seu trabalho de assessoria, e capacitando-a a compreender a realidade social e nela atuar.

Meios:

– Participação na Romaria Nacional da Juventude em Aparecida.

– Dia Nacional da Juventude em Urânia.

– Encontro Diocesano de Capacitação para Assessores Adultos e Lideranças Jovens.

– Missão Jovem e Jornada Diocesana da Juventude.

  1. Promover um melhor entrosamento nos Setores, entre padres e lideranças, especialmente ministros leigos e leigas.

Meios:

– Dia de convivência e reflexões pastorais entre padres, funcionários e lideranças das comunidades do Setor.

– Encontros e manhãs de formação.

  1. Organizar, articular e desenvolver a Pastoral do Dízimo em âmbito diocesano.

Meios:

– Equipes paroquiais da Pastoral do Dízimo onde não existe.

– Encontros por Setor.

– Coordenação Diocesana da Pastoral do Dízimo.

  1. Envolver o conjunto da Igreja diocesana e da sociedade civil na Campanha da Fraternidade.

Meios:

– Encontro Diocesano para repassar o Texto-base da Campanha da Fraternidade.

– Organizar equipes paroquiais e setoriais da Campanha da Fraternidade.

– Lançamento da Diocesano da Campanha da Fraternidade.

– Encontros específicos com: trabalhadores da área de segurança e justiça, trabalhadores das redes sociais, profissionais da saúde, educadores, e lideranças políticas e governamentais.

– Encontros dos Grupos de Família com subsídios.

– Encontro de avaliação da Campanha da Fraternidade 2021 e replanejamento.

– Encontro do Regional Sul 1 para a Campanha da Fraternidade 2022.

  1. Formar e capacitar membros de Pastoral Litúrgica, com implicação dos padres, para uma participação mais ativa e frutuosa na liturgia.

Meios:

– Encontros Diocesanos sobre ministérios leigos na liturgia.

– Encontros Diocesanos de música litúrgica.

– Criar a Escola Diocesana de Música.

  1. Criar as “Orientações Litúrgicas da Diocese de Jales” com ampla participação, coordenada por uma comissão de padres, leigos e leigas.

Meios:

– Comissão de Orientações Litúrgicas.

  1. Promover iniciativas conjuntas das comunidades, pastorais e movimentos no campo vocacional.

Meios:

– Semana Vocacional em todas as paróquias.

– Momentos de espiritualidade e celebrativos conjuntos.

– Subsídios para animação vocacional em celebrações.

– Subsídios da Pastoral Juvenil para as comunidades.

  1. Firmar a presença e desenvolver vínculos nas escolas de segundo grau e nas universidades; e desenvolver um Projeto Educacional Diocesano.

Meios:

– Pastoral da Educação e Universitária.

– Missas Universitárias.

– Comissão para elaborar o Projeto Educacional Diocesano.

– Encontro de Professores Universitários Católicos.

  1. Identificar as lideranças das comunidades sobre a importância da arquitetura e a arte sacra na Diocese, implicando-as no seu cuidado.

Meios:

– Encontro Diocesano de Formação sobre Arquitetura e Arte Sacra.

– Catalogar todas as edificações e bens culturais da Diocese com fotos, dados históricos e projetos.

– Museu e biblioteca da Diocese a serviço da comunidade.

  1. Formar agentes da Pastoral da Comunicação, capacitando-os a utilizar as novas tecnologias.

Meios:

– “Pesquisa PASCOM Diocese de Jales” sobre a realidade da Pascom na Diocese.

– Encontros Diocesanos: de pessoas referenciais de Comunicação das Comunidades, Pastorais, Movimentos e Organismos; de secretárias e secretários paroquiais.

– Oficina Diocesana de formação da PASCOM.

  1. Subsídios da Diocese serem utilizados por todas as comunidades, pastorais, movimentos e organismos diocesanos.

Meios:

– Implicação de representantes de comunidades, pastorais, movimentos e organismos diocesanos na elaboração e distribuição dos subsídios.

  1. Desenvolver a pastoral no mundo rural, dando atenção especial aos acampamentos e assentamentos.

Meios:

– Identificar as comunidades rurais ativas.

– Encontros de lideranças católicas do mundo rural.

– Reorganizar a Comissão Pastoral da Terra na Diocese, relacionada às CEBs.

  1. Ampliar, organizar, orientar e supervisionar o voluntariado da Cáritas.

Meios:

– Campanha de Voluntariado.

– Encontros de formação com voluntários

PROJETOS DIOCESANOS

ANIMAÇÃO MISSIONÁRIA

Justificativa:

A Igreja é, por natureza, missionária. Cristo a constituiu assim. A missão, portanto, “não é opcional, mas parte integrante da identidade cristã (DA 145). A “Igreja em estado permanente de missão” é uma urgência da Igreja no Brasil e uma prioridade atual da Diocese de Jales. Por isso, todas as Paróquias, Quase-Paróquias, Comunidades e Pastorais, e todos os Movimentos, Organismos e Setores da Diocese, devem estar impregnados de missionariedade. A Animação Missionária da Diocese, coordenada pelo Conselho Missionário Diocesano (COMIDI), deve orientar-se pelos seguintes objetivos, metas e meios:

Objetivos:

  1. Promover a evangelização a partir de Jesus Cristo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, guiada pelo Espírito Santo.
  2. Animar e fortalecer a vivência cristã, por meio de Comunidades Eclesiais Missionárias, inspiradas no testemunho dos primeiros cristãos.
  3. Conscientizar os cristãos para o compromisso com o bem comum e a transformação da sociedade, na perspectiva da interação fé e vida.
  4. Propiciar formação bíblica, teológica, espiritual e pastoral, contínua e sempre mais aprofundada, vinculada à prática missionária, com impacto na vida social.

Metas e meios:

  1. Promover o encontro pessoal com Cristo e a adesão ao seu Reino, pela reflexão, meditação, oração e celebração, mais profundamente vivenciadas, e por gestos de amor e solidariedade.

Meios:

– Retiros de um dia.

– Manhãs, tardes ou noites de espiritualidade.

  1. Promover o diálogo entre membros de comunidade e pessoas que não participam da vida da Igreja, especialmente católicas, despertando-lhes o amor ao Evangelho, e motivando-as a se integrarem na vida eclesial.
  2. Promover reflexões nas famílias inspiradas sobretudo na Palavra de Deus e na vocação batismal, que propiciem iniciação à vida cristã, estimulando-as a se tornarem responsáveis pela transmissão da fé católica.

Meios:

– Grupos de Famílias

  1. Organizar mais amplamente os Grupos de Famílias como Comunidade Eclesiais Missionárias.
  2. Atuar mais a partir dos afastados da comunidade, famílias em condições mais pobres, migrantes, escolas, adolescentes, pessoas idosas e meio rural, do meio ambiente e, em defesa da vida.

Meios:

– Campanha da Fraternidade.

  1. Formar lideranças para o mundo do trabalho, a vida política e a gestão pública.

Meios:

– Organizar a Pastoral do Mundo do Trabalho.

– Reorganizar a Pastoral dos Migrantes.

– Expandir a organização da Pastoral da Cidadania.

  1. Articular todas a iniciativas missionárias da Diocese (Semana Missionária, Missão Jovem, Missão UNIVIDA, COMISE e outras), e colaborar com a Missão ad Gentes, realidade dos indígenas em Dourados – MS e na Amazônia, e em conjunto com o Regional Sul 1 da CNBB, na Diocese de Pemba, Moçambique.
  2. Promover a formação permanente de todos os que participam regularmente de ações missionárias.

Meios:

– Cadastro, encontros e formação contínua dos participantes nessas ações para assegurar participação permanente.

  1. Desenvolver o Projeto “Missionárias Diocesanas” e apoiar os projetos missionários dos religiosos e religiosas presentes na Diocese.

Meios:

– Encontros regulares de reflexão, especialmente com adolescentes e jovens.

  1. Dinamizar a organização e a ação missionária em nível paroquial.

Meios:

– Infância Missionária, com pessoas preparadas para essa pedagogia específica.

– Equipes Permanentes de Missão.

– Conselho Missionários Paroquiais (COMIPAS).

  1. Ampliar e dinamizar o Conselho Missionário Diocesano (COMIDI).

Meios:

– Membros do COMIDI representarem organizações e ações missionárias.

  1. Realizar missão conjunta da Diocese na forma de Paróquia Missionária, na Paróquia São Benedito, de Urânia, e nas Quase-Paróquias São José, de Aspásia, e Nossa Senhora da Salete, em Santa Salete.

Meios:

– Planejamento conjunto do COMIDI e o Conselho Pastoral dessa Paróquia e dessas Quase-Paróquias.

– Apoio de todos os seminaristas.

– Semana Missionária

– Missão Jovem

  1. Gerar recursos específicos para a implementação do Projeto Missionário Diocesano.

ANIMAÇÃO BÍBLICA DA VIDA E DA PASTORAL

Justificativa:

Nas avaliações pastorais da Diocese, constata-se que a formação bíblica, em todos os âmbitos da Igreja, é limitada, e quando ocorre poucos se interessam. A Bíblia é, ainda, pouco lida, estudada e meditada. A Leitura Orante da Bíblia (Lectio Divina), que é fonte fundamental para a espiritualidade cristã, é pouco compreendida e praticada. Anseia-se uma ampla Animação Bíblica da Vida e da Pastoral para que os católicos tenham familiaridade com a Bíblia e as comunidades, pastorais, movimentos e organismos da Diocese usem-na, de modo efetivo, em todas as suas atividades. Essa Animação Bíblica, coordenada pelo Comissão Bíblica Diocesana e conduzida pelas Equipes de Animação Bíblica da Pastoral (ABP) devem orientar-se pelos seguintes objetivos, metas e meios:

 

Objetivos:

  1. Promover nas comunidades, nas pastorais, nos movimentos e em todos os organismos e ambientes de vida comunitária de nossa Diocese: a leitura, a interpretação/compreensão, a meditação/oração, a atualização, a celebração e o anúncio da Palavra de Deus.
  2. Propiciar condições para que a Palavra de Deus edifique a comunidade, seja-lhe alimento, propicie conversão permanente e inflame o coração de todos os seus membros para o testemunho, a missão e a solidariedade.

Metas e meios:

  1. Implicar todos os agentes pastorais da Diocese na Animação Bíblica da Vida e Pastoral.

Meios:

– Reuniões e encontros formativos.

  1. Organizar Equipes de Animação Bíblica da Pastoral em nível setorial e paroquial, em conexão com o Projeto de Comunidades Eclesiais Missionárias.

Meios:

– Clero ser o primeiro incentivador das Equipes de ABP.

– Pessoas em todas as comunidades como agentes da ABP, disponíveis a conhecer melhor a Palavra e transmitir a formação bíblica que receberem.

  1. Formar continuamente as lideranças da ABP (clero; catequistas; ministros da Palavra; coordenadores de pastorais, movimentos e serviços).

Meios:

– Curso Online de Formação Bíblica em 2021 e, posteriormente, na Escola Vocacional.

– Oficinas de trabalho com palestras e atividades grupais para a formação básica de agentes multiplicadores da ABP nos Setores. Temas: O que é a Bíblia? Como ler a Bíblia? Quais são os recursos para lermos e interpretarmos a Bíblia corretamente? O que é e como se faz a ABP?

  1. Integrar a ABP na dinâmica das comunidades e pastorais, e dos movimentos e organismos, com atenção especial à Lectio Divina.

Meios:

– Tornar a Lectio Divina conhecida e praticada pelas comunidades, pastorais, movimentos, equipes e fiéis em geral.

  1. Ajudar a Equipe Diocesana de Subsídios a utilizar o método da Lectio Divina nos subsídios elaborados, sempre à luz da realidade de nossa Diocese.

Meios:

– Reunião com a Equipe Diocese de Subsídios.

  1. Ajudar a promover o Mês da Bíblia (setembro) em todas as comunidades.

Meios:

– Publicações, meios de comunicação social, redes sociais e outros recursos.

  1. Ajudar a Escola de Animadores de Comunidades a aprimorar sua formação bíblica.

Meios:

– Estreita colaboração com a Escola de Animadores.

– Atualização do programa, conteúdo e método, e das atividades dessa Escola.

  1. Buscar formas para realizar a ABP, também virtualmente.

Meios:

– Uso de aplicativos e plataformas virtuais apropriadas.

  1. Criar a Escola Bíblica Diocesana

Meios:

– Comissão Bíblica Diocesana.

MINISTÉRIO DE COORDENAÇÃO DE COMUNIDADES

Justificativa:

O Ministério de Coordenação de Comunidades fundamenta-se nas Sagradas Escrituras, tendo por base, no Antigo Testamento, os auxiliares de Moisés, e no Novo Testamento, os doze discípulos de Jesus, os sete homens de “boa fama”, mencionados nos Atos dos Apóstolos, e as equipes de ministérios, mencionadas nas Cartas Pastorais, em vista do crescimento da comunidade, na unidade, por meio do Espírito Santo, que age na diversidade de serviços. Esse Ministério também se inspira no Documento 100 da CNBB, Paróquia: comunidade de comunidades, e nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2019-2023, referente, especialmente, às Comunidades Eclesiais Missionárias. Para promover esse Ministério, a Comissão Diocesana de Ministério de Coordenação de Comunidades, orienta-se pelos seguintes objetivos, metas e meios.

Objetivos:

  1. Estimular o Ministério de Coordenação de Comunidades nas Paróquias, Quase-Paróquias, Comunidades, Pastorais, Movimentos e Organismos Diocesanos.
  2. Ajudar a escolher e formar os candidatos e candidatas a esse ministério.
  3. Supervisionar e orientar o serviço dos(as) ministros(as) instituídos(as) para esse ministério.
  4. Propiciar formação permanente aos Ministros(as) de Coordenação de Comunidades, com ênfase na missão

Metas e meios:

  1. Escolher os(as) pré-candidatos(as) para o Ministério de Coordenção.

Meios:

– A Comissão Diocesana, com a participação do Bispo, avalia os(as) pré-candidatos(as) e decide os(as) que seguirão para a etapa vocacional.

  1. Discernir a vocação para o Ministério de Coordenação de Comunidades.

Meios:

– Encontros de espiritualidade vocacional para o Ministério de Coordenação, com fundamentação bíblico-teológica. Dois encontros vocacionais no primeiro semestre de 2021. Três encontros sobre liderança, vida comunitária, atuação social e oração, conduzidos pela Comissão Diocesana do Ministério de Coordenação, com a assessoria de profissionais da área de psicologia, pedagogia, assistência social e coaching, no segundo semestre de 2021.

  1. Avaliar e aprovar os(as) candidatos(as) que seguirão para a etapa de estudos.

Meios:

– Reunião da Comissão, com a participação do Bispo.

  1. Realizar estudos conforme as condições de cada candidato(a), orientados e supervisionados pela Comissão de Ministério de Coordenação de Comunidades.

Meios:

– Candidatos(as) realizam o Curso para Animadores de Comunidades, o Curso de

Teologia à Distância, pelo Polo Claretiano ou estudos personalizados.

  1. Avaliar e aprovar os(as) candidatos(as) que serão instituídos(as).

Meios:

– A Comissão, com a participação do Bispo, avalia os(as) pré-candidatos(as) e decide os nomes dos(as) candidatos que serão instituídos (final dos estudos).

  1. Instituir os(as) Ministros(as) de Coordenação de Comunidades para as realidades eclesiais específicas de atuação às quais foram escolhidos(as)

Meios:

– Celebração de instituição dos(as) Ministros(as) de Coordenação de Comunidades, presididas pelo Bispo Diocesano.

– Provisão para o exercício do Ministério de Coordenação de Comunidades, assinada pelo Bispo e pelo Chanceler.

ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS

Justificativa:

A Igreja Diocesana, constituída pelo conjunto interligado de Paróquias, Quase-Paróquias, Comunidades, Pastorais, Movimentos e Serviços, é administrada e mantida financeiramente de modo corresponsável e orgânico. Os Conselhos Administrativos e os(as) tesoureiros(as) de todas essas instâncias; o Conselho Administrativo da Diocese, composto pelo Colégio de Consultores e leigos e leigas; o Diretor Administrativo e Ecônomo Diocesano; o Diretor Administrativo Adjunto, e funcionários(as) da área jurídica e financeira da Cúria Diocesana, devem trabalhar articuladamente. Para isso, todas as instâncias de coordenação e gestão diocesanas, devem orientar-se pelos seguintes objetivos, metas e meios.

Objetivos:

  1. Desenvolver organização e coordenação administrativa e financeira eficientes no conjunto da Diocese, em função de sua eficácia pastoral.
  2. Capacitar, orientar e supervisionar todas as pessoas que assumem responsabilidades administrativas e financeiras na Diocese.

Metas e meios:

  1. Desenvolver a organização e a coordenação administrativa e financeira da Diocese.

Meios:

– Orientações administrativas e financeiras da Diocese, atualizadas.

– Colégio de Consultores com papel mais protagônico.

  1. Garantir a manutenção do Seminário Diocesano.

Meios:

– Contribuições financeiras da Paróquias e Quase-Paróquias, atualizadas.

– Coletas de alimentos e material de limpeza por Setores.

– Campanha de “Benfeitores do Seminário” com contribuições mensais ou anuais.

– Solicitação de doações em espécie, conforme as necessidades.

  1. Desenvolver a administração e a autosustentabilidade financeira do Santuário da Santíssima Trindade – Escola Vocacional de Jales.

Meios:

– Representantes dos Setores na Comissão Administrativa do Santuário – Escola Vocacional para dar mais dinamismo ao seu trabalho.

– Secretaria para o Santuário – Escola Vocacional.

– Eventos diversificados que gerem recursos.

– Adequações na Escola Vocacional (edifício, estacionamento e jardinagem) para favorecer acessibilidade e uso do Polo Claretiano, pousada para viajantes durante a semana e aluguel para eventos e festas.

  1. Desenvolver o autofinanciamento pastoral.

Meios:

– Gerar recursos para o Fundo Pastoral Diocesano.

– Pastorais, Movimentos e Organismos integrarem o orçamento em seus planejamentos, prevendo a geração de recursos para suas atividades pastorais.

– Desenvolver a Pastoral do Dízimo.

– Ampliar o uso de subsídios da Diocese e publicações da CNBB.

– Motivar as coletas da Campanha da Fraternidade (60% para o Fundo Diocesano de Solidariedade) e da Campanha para a Evangelização (35% para a Diocese).

  1. Administrar de modo mais participativo as rádios e livrarias.

Meios:

– Conselhos Administrativos com os cotistas das rádios e livrarias.

  1. Administrar de modo mais eficiente os imóveis da Diocese.

Meios:

– Planejamento do uso e rendimentos dos imóveis.

– Projetar a instalação da fonte de energia fotovoltaica (solar).

  1. Assegurar Fundos para Emergências, Formação Contínua dos Presbíteros e Assistência aos Presbíteros Enfermos e Idosos.
  2. Promover formação para Secretários(as) Atendentes, Comissões Administrativas das Paróquias, Quase-Paróquias e Comunidades, e Tesoureiros(as), das Pastorais, Movimentos e Organismos, sobre as Orientações Administrativas da Diocese.

Meios:

– Encontro Diocesano para Secretários(as) Atendentes (três grupos em datas distintas).

– Encontro para Comissões Administrativas e Tesoureiros(as) por Setores.

  1. Fazer a supervisão sobre a aplicação das Orientações Administrativas da Diocese.

Meios:

– Visitas planejadas de um(a) supervisor(a) da Cúria às Paróquias, Quase-Paróquias e Comunidades, e coordenações diocesanas de Pastorais, Movimentos e Organismos.

  1. Organizar uma rede de serviço jurídico da Diocese.

Meios:

– Equipe jurídica da Cúria (profissionais e voluntários).

– Encontro de advogados e estudantes de direito.

Jales, 05 de maio de 2021.