Igreja colombiana se mobiliza para acolher venezuelanos

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Aumenta o êxodo dos venezuelanos rumo à Colômbia. Uma situação que interpela não somente as áreas de confim, começando pela cidade de Cúcuta, mas também as grandes cidades colombianas, sobretudo Bogotá.

Segundo a Agência Sir, durante uma coletiva de imprensa realizada na sexta-feira do dia 17 de novembro, no âmbito do Dia Mundial dos Pobres, celebrado no domingo, dia 19 de novembro, o Arcebispo de Bogotá, Cardeal Rubén Salazar Gómez, apresentou as iniciativas que a arquidiocese está colocando em prática para acolher os venezuelanos, através da Fundação para Atenção ao Migrante (Famig). As iniciativas se resumem em algumas ações importantes, como escuta, acompanhamento espiritual, ajuda humanitária imediata e acolhimento nas estruturas criadas pela Famig.

“Pensa-se em construir um segundo centro de acolhimento e outros refeitórios”, disse o Cardeal Salazar. “Estamos criando outra Casa do Migrante, em espaços atualmente inutilizados, na Paróquia de Nossa Senhora das Dores. O número de migrantes está aumentando cada vez mais e fica difícil gerir essa situação. Todavia, faremos de tudo para aumentar as ajudas dentro dessas circunstâncias excepcionais”.

“Estamos em contato permanente com a Conferência Episcopal Venezuelana e diretamente com os bispos. Por exemplo, foi instaurada uma grande proximidade, especialmente na fronteira”, disse o purpurado, citando o caso de San Cristóbal, na Venezuela, e Cúcuta, na Colômbia.

A Arquidiocese de Bogotá criou também um centro de formação profissional, em Ciudad Kennedy, na periferia da capital, onde são oferecidos aos migrantes cursos de formação profissional em vários setores, como padaria, confeitaria, vestuário, manicure, etc. Desta forma, lhes são fornecidos os instrumentos para recriar um projeto de vida.

Fonte: Rádio Vaticano

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